4 640 000 € de investimento global
1 076 000 € de investimento no “Allgarve Pop/World Music”
189 710 de audiência, das quais:
79 818 pessoas em Arte
68 900 pessoas em Animação
15 468 pessoas em Gastronomia
13 713 pessoas em Pop/World Music
6403 pessoas em Música Clássica
5408 pessoas em Jazz
178 000 folhetos e outros suportes distribuídos
77000 visitas ao site Allgarve.pt
65000 € doados a 13 IPSS
2569 notícias em Órgãos de Comunicação Social
1120 Spots em 5 rádios regionais e 1 nacional (RFM)
800 Kits de Imprensa distribuídos
658 jornalistas acreditados
432 OCS fizeram a cobertura dos eventos (não inclui desporto)
316% de variação positiva do público do Allgarve, desde 2007
215 Passatempos realizados
128% de variação positiva da adesão dos municípios, desde 2007
100% de execução do orçamento
95 eventos
64 locais abrangidos
30 eventos somados à programação de 2009
23 eventos só no mês de Agosto
20 eventos em Loulé, o município que acolheu maior número de acções
16 Municípios abrangidos
4 mercados externos receberam campanhas online
4 meses de programação acrescida
07 dezembro 2010
Neve afasta turistas
O forte nevão que caiu na passada semana deixou turistas na estrada e obrigou ao cancelamento de reservas nos diversos hotéis da Turistrela.
Segundo o director geral da empresa concessionária do turismo na Serra da Estrela é inaceitável que aquele que deveria ser um factor de promoção do turismo se transforme num constrangimento. José Luíz Moreira, em entrevista ao programa "Flagrante Directo" da RCB, diz que Portugal não é um país com tradição de neve "as pessoas vão para a praia e levam protector solar, fato de banho e chinelos, mas vêm para a neve e não trazem correntes no carro", por outro lado, aquele responsável considera que falta apoio, meios e união em torno da Serra da Estrela, "é inaceitável que no primerio nevão da época fiquemos logo com as estradas intransitáveis, precisamos de mais meios, como limpa neves, e fazer o que fazem por exemplo na Suiça em que os limpa neves trabalham à noite para no dia seguinte as estradas estarem transitéveis, nós aqui não conseguimos fazer isso".
O director geral da Turistrela admite que a falta de união e cooperação tem prejudicado o turismo em geral e a Serra da Estrela em particular "em Portugal não temos espírito cooperativo, temos várias associações ligadas ao sector mas que juntas representam muito pouco". Por outro lado, não há no país quem responda pelo Turismo "quem é que fala pelo turismo neste país? nós vamos a uma feira internacional e o stand de Portugal está cheio de capelinhas, quando deveríamos ter uma estratégia colectiva para promover um país que apesar de pequeno tem muita diversidade de oferta como o Douro, a Serra da Estrela, a praia...".
Segundo José Luíz Moreira a recente reorganização do sector não corresponde a essa estratégia, apesar de tudo "é melhor fazer algo do que não fazer nada". Questionado se o Instituto de Turismo não responde pelo turismo em Portugal aquele responsável é claro "deveria, mas não é isso que acontece".
Gamado, aqui.
MADRP e Porvid preservam castas nacionais
O Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas (MADRP) homologou hoje o protocolo técnico para a constituição e gestão do Pólo Experimental Central para a conservação da variabilidade genética das castas nacionais.
O protocolo técnico assinado pela Associação Portuguesa para a Diversidade da Videira (Porvid) e a Direcção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo prevê também a colaboração com outras entidades de forma a difundir o conhecimento sobre as castas portuguesas, promovendo a sua imagem como alicerce de qualidade e identidade dos vinhos nacionais.
O pólo experimental situado na Herdade de Pegões, concelho de Palmela, destina-se a conservar toda a variedade de castas nacionais e a desenvolver projectos experimentais para posterior utilização. Portugal tem cerca de 250 castas autóctones.
Muitas de elevado valor enológico tais como o Alvarinho, a Touriga Nacional e o Verdelho. Uma diversidade de variedades que constitui um forte factor de diferenciação do vinho português.
O MADRP associou-se à iniciativa por considerar «este projecto de interesse nacional, tendo presente a situação única de Portugal em termos de riqueza do seu património genético vitivinícola».
Gamado, aqui.
O protocolo técnico assinado pela Associação Portuguesa para a Diversidade da Videira (Porvid) e a Direcção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo prevê também a colaboração com outras entidades de forma a difundir o conhecimento sobre as castas portuguesas, promovendo a sua imagem como alicerce de qualidade e identidade dos vinhos nacionais.
O pólo experimental situado na Herdade de Pegões, concelho de Palmela, destina-se a conservar toda a variedade de castas nacionais e a desenvolver projectos experimentais para posterior utilização. Portugal tem cerca de 250 castas autóctones.
Muitas de elevado valor enológico tais como o Alvarinho, a Touriga Nacional e o Verdelho. Uma diversidade de variedades que constitui um forte factor de diferenciação do vinho português.
O MADRP associou-se à iniciativa por considerar «este projecto de interesse nacional, tendo presente a situação única de Portugal em termos de riqueza do seu património genético vitivinícola».
Gamado, aqui.
06 dezembro 2010
Os desafios do Turismo até 2015
Nos
próximos cinco anos, a Internet, redes sociais e os mercados emergentes
vão alterar as forças do turismo mundial. China e Índia vão triplicar o
seu peso, enquanto a Internet terá um impacto "brutal" sobre empresas e
preferências do consumidor.
O sector do turismo vive actualmente sob diversos paradoxos. Apesar da maior crise económica das últimas décadas, o crescimento de turistas em todo o mundo não pára de crescer a taxas de quase dois dígitos. Simultaneamente, as empresas do sector - das companhias aéreas, aos hotéis, às agências de viagens - esmagam margens operacionais, reportam dificuldades financeiras e avançam para projectos de consolidação para evitarem a falência. Fala-se do turista mais independente e do fim dos intermediários, como as agências de viagens, mas, por outro lado, assiste-se à criação de impérios, como as agências de turismo online ou os sites agregadores de reservas de voos e hotéis.
Os paradoxos actuais do turismo são oriundos da profunda e rápida transformação que os seus agentes estão a sofrer. Nos últimos dez anos, o sector assistiu a eventos que alteraram quase por completo a forma como se faz negócio ou se estabelece a ligação com clientes. A lista é imensa: o 11 de Setembro, os desastres naturais, pandemias, surgimento das companhias aéreas low cost, a explosão da Internet e das redes sociais, o preço como factor determinante, forte movimento de concentração no sector, as agências e serviços online, a escalada dos preços do petróleo e restantes commodities e a maior crise económica e financeira das últimas seis décadas. Numa década, o perfil de cliente - seja ele de lazer ou profissional - ou as redes de distribuição, sofreram uma mutação sem precedentes.
O sector acredita que a fase actual é de transição. De transição para um turismo mais global e mais digital. O online irá determinar todo o modelo de negócio e países emergentes irão tornar-se na principal fonte de crescimento mundial de turistas, especialmente China e Índia, segundo um estudo sobre o futuro das agências de viagem apresentado no XXXVI congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT) que decorreu esta semana na Madeira.
O sector do turismo vive actualmente sob diversos paradoxos. Apesar da maior crise económica das últimas décadas, o crescimento de turistas em todo o mundo não pára de crescer a taxas de quase dois dígitos. Simultaneamente, as empresas do sector - das companhias aéreas, aos hotéis, às agências de viagens - esmagam margens operacionais, reportam dificuldades financeiras e avançam para projectos de consolidação para evitarem a falência. Fala-se do turista mais independente e do fim dos intermediários, como as agências de viagens, mas, por outro lado, assiste-se à criação de impérios, como as agências de turismo online ou os sites agregadores de reservas de voos e hotéis.
Os paradoxos actuais do turismo são oriundos da profunda e rápida transformação que os seus agentes estão a sofrer. Nos últimos dez anos, o sector assistiu a eventos que alteraram quase por completo a forma como se faz negócio ou se estabelece a ligação com clientes. A lista é imensa: o 11 de Setembro, os desastres naturais, pandemias, surgimento das companhias aéreas low cost, a explosão da Internet e das redes sociais, o preço como factor determinante, forte movimento de concentração no sector, as agências e serviços online, a escalada dos preços do petróleo e restantes commodities e a maior crise económica e financeira das últimas seis décadas. Numa década, o perfil de cliente - seja ele de lazer ou profissional - ou as redes de distribuição, sofreram uma mutação sem precedentes.
O sector acredita que a fase actual é de transição. De transição para um turismo mais global e mais digital. O online irá determinar todo o modelo de negócio e países emergentes irão tornar-se na principal fonte de crescimento mundial de turistas, especialmente China e Índia, segundo um estudo sobre o futuro das agências de viagem apresentado no XXXVI congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT) que decorreu esta semana na Madeira.
Reconversão turística muda nomes de motéis, pensões e albergarias
O Algarve vai ser a primeira região do país a ter o novo modelo de classificação turística. As novas placas vão ser hoje colocadas em duas unidades hoteleiras da região.
Motéis, pensões e albergarias mudam de nome.
De acordo com a nova lei, que entra em vigor em 2011, os melhores passam a chamar-se "hotel" e os restantes vão chamar-se simplesmente "alojamento local". No final desde ano, termina o prazo para a reconversão turística nos termos da lei aprovada há quase três anos.
O secretário de Estado do Turismo diz que esta é "uma forma de qualificar a oferta do turismo nacional" e explica que, até agora, 900 empreendimentos turísticos já pediram a reconversão .
“A cerca de metade já foi dada resposta. O nosso objectivo é que este processo decorra neste mês de forma célere”, acrescenta Bernardo Trindade. As novas placas são válidas por quatro anos e apresentam já o número do Registo Nacional de Turismo, de acordo com a nova legislação.
Gamado, aqui.
De acordo com a nova lei, que entra em vigor em 2011, os melhores passam a chamar-se "hotel" e os restantes vão chamar-se simplesmente "alojamento local". No final desde ano, termina o prazo para a reconversão turística nos termos da lei aprovada há quase três anos.
O secretário de Estado do Turismo diz que esta é "uma forma de qualificar a oferta do turismo nacional" e explica que, até agora, 900 empreendimentos turísticos já pediram a reconversão .
“A cerca de metade já foi dada resposta. O nosso objectivo é que este processo decorra neste mês de forma célere”, acrescenta Bernardo Trindade. As novas placas são válidas por quatro anos e apresentam já o número do Registo Nacional de Turismo, de acordo com a nova legislação.
Gamado, aqui.
04 dezembro 2010
Hotéis com novas placas a partir de segunda-feira
O novo sistema de classificação turística (instituído por lei há dois anos) estará visível a partir de segunda-feira, com a colocação das novas placas nos empreendimentos que já se classificaram ou reconverteram de acordo com o novo sistema de classificação.
As primeiras duas placas, que contêm já um prazo de validade de quatro anos para a classificação dos empreendimentos turísticos e o número do Registo Nacional de Turismo, serão colocadas em duas sessões no Algarve que contarão com a presença do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, e do presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão.
A primeira sessão terá lugar segunda-feira, às 10h30, no Hotel Real Marina, em Olhão. A segunda placa será colocada, às 16h00, no Hotel Memo Baleeira, em Sagres, numa cerimónia presidida também pelo secretário de Estado do Turismo. Refira-se que o processo de reconversão hoteleira, cujo prazo já foi anteriormente prorrogado e termina a 31 de Dezembro próximo, está atrasado e aquém das expectativas iniciais.
As primeiras duas placas, que contêm já um prazo de validade de quatro anos para a classificação dos empreendimentos turísticos e o número do Registo Nacional de Turismo, serão colocadas em duas sessões no Algarve que contarão com a presença do secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, e do presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão.
A primeira sessão terá lugar segunda-feira, às 10h30, no Hotel Real Marina, em Olhão. A segunda placa será colocada, às 16h00, no Hotel Memo Baleeira, em Sagres, numa cerimónia presidida também pelo secretário de Estado do Turismo. Refira-se que o processo de reconversão hoteleira, cujo prazo já foi anteriormente prorrogado e termina a 31 de Dezembro próximo, está atrasado e aquém das expectativas iniciais.
03 dezembro 2010
Concerto de Natal pelas crianças africanas
No próximo dia 11 de Dezembro, pelas 15h30, na Fundação Eng. António de Almeida, no Porto, a ATACA realizará um Concerto de Natal pelas crianças africanas com a participação do Coro Anonymus e da Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins.
Estão convidados a celebrar a paz, a fraternidade e a harmonia enquanto valores universais, num encontro entre vozes e instrumentos enquanto faces de uma mesma paleta musical.
Apresentando melodias intemporais no seu estado mais puro, pontuadas por momentos de redescoberta trazidos por criadores dos nossos tempos, esta hora de música propõe-se preencher os espíritos de todas as idades com a leveza das sonoridades natalícias.
Bilhetes – 4 atacas (reservas ataca@ataca.org)
Organização:
ATACA – Associação de tutores e amigos da criança africana
Apoios:
Fundação Eng. António de Almeida
Coro Anonymus
Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins
Confeitaria Petúlia
Fonte: Coro Anonymus
Estão convidados a celebrar a paz, a fraternidade e a harmonia enquanto valores universais, num encontro entre vozes e instrumentos enquanto faces de uma mesma paleta musical.
Apresentando melodias intemporais no seu estado mais puro, pontuadas por momentos de redescoberta trazidos por criadores dos nossos tempos, esta hora de música propõe-se preencher os espíritos de todas as idades com a leveza das sonoridades natalícias.
Bilhetes – 4 atacas (reservas ataca@ataca.org)
Organização:
ATACA – Associação de tutores e amigos da criança africana
Apoios:
Fundação Eng. António de Almeida
Coro Anonymus
Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins
Confeitaria Petúlia
Fonte: Coro Anonymus
01 dezembro 2010
Turismo do Alentejo apresenta nova campanha
"Alentejo, tempo para ser feliz" é a assinatura da nova imagem promocional apresentada ontem pelo presidente da Entidade Regional do Alentejo, António Ceia da Silva, que posiciona a Região como um destino "fresco", "pintado de azul", que alia os valores do Património, Natureza aos "novos espaços" como o Alqueva ou o litoral.
A apresentação da nova imagem e plano promocional contou com a presença do Secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, que disse que o trabalho que vindo a ser feito em prol do reconhecimento da região se reflecte nos números e reforçou a necessidade de apoiar as regiões emergentes, além das mais maduras, no quadro da oferta nacional.
Gamado, aqui.
A apresentação da nova imagem e plano promocional contou com a presença do Secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, que disse que o trabalho que vindo a ser feito em prol do reconhecimento da região se reflecte nos números e reforçou a necessidade de apoiar as regiões emergentes, além das mais maduras, no quadro da oferta nacional.
Gamado, aqui.
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