O Casal da Eira Branca unidade de turismo rural em funcionamento desde Outubro na aldeia de Infantes, a apenas 4 Kms das Caldas da Rainha, lançou um pacote promocional destinado aos que queiram passar o período da Páscoa em ambiente rural.
Assim, durante o período da Páscoa, quem se alojar no Casal da Eira Branca durante três noites, beneficiará de um desconto de 50% no alojamento da terceira noite. Recorde-se que os preços praticados pela unidade durante esta época, de acordo com o publicado no site do Casal da Eira Branca, são de 75 euros por noite em T1 e 60 euros em quarto duplo.
A unidade dispõe de cinco alojamentos independentes com casa de banho privativa, televisão por satélite, Internet e ar condicionado, sendo que dois deles têm também cozinha.
Sala própria com computador ligado à Internet, Salão de estar, onde decorrem exposições temporárias de pintura, desenho e fotografia; jardins, baliza de futebol, tabela de basquetebol, rede de voleibol, bicicletas, baloiço, "casa de brinquedos", barbecue e forno de lenha, compõem a oferta do Casal da Eira Branca que, através de diversas parcerias estabelecidas proporciona também aos seus hóspedes o acesso a diversas actividades como golfe, ténis, vela, equitação e ateliers de pintura.
Fonte: Turisver
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30 março 2010
10 março 2010
Turismo Rural: Associação de turismo rural quer criar produto diferenciado com rede de 5000 casas
A Associação Portuguesa do Turismo no Espaço Rural quer transformar a actividade num "produto diferenciado" com a criação de uma rede de 5000 casas, capaz de gerar 25.000 postos de trabalho.
O projecto foi terça-feira apresentado nas comissões parlamentares do Ambiente e da Agricultura.
Com o objectivo de ultrapassar as 1040 unidades actuais de turismo rural, geridas sem concertação, o programa "5x5" é sustentado em cinco redes integradas que interliguem alojamento, entretenimento e lazer - 5000 casas, 5000 quilómetros de ecovias, 5000 quilómetros de caminhos equestres, 5000 quilómetros de caminhos pedestres e 5000 quilómetros de estradas panorâmicas.
O projecto foi terça-feira apresentado nas comissões parlamentares do Ambiente e da Agricultura.
Com o objectivo de ultrapassar as 1040 unidades actuais de turismo rural, geridas sem concertação, o programa "5x5" é sustentado em cinco redes integradas que interliguem alojamento, entretenimento e lazer - 5000 casas, 5000 quilómetros de ecovias, 5000 quilómetros de caminhos equestres, 5000 quilómetros de caminhos pedestres e 5000 quilómetros de estradas panorâmicas.
06 março 2010
Turismo rural: pode «ajudar a repovoar» interior do país
"Repovoar Trás-os-Montes e o interior do país só se fará através do turismo rural qualificado, mas para isso são precisos incentivos do Governo e das autarquias, defende o padre António Fontes, que gere um hotel de turismo rural em Montalegre.
«A forma de perpetuar o povoamento em Trás-os-Montes e no interior do país é o turismo rural qualificado, com a gastronomia, percursos pedestres, de montanha, de contrabando, históricos, arqueológicos. Isso é uma forma de rentabilizar as casas vazias dos emigrantes e das pessoas que vão morrendo: são casas de campo que as pessoas da cidade podem comprar e transformar», observa o sacerdote, dinamizador do Congresso de Medicina Popular de Vilar de Perdizes.
Para isso, sustenta, seria preciso uma equipa de arquitetos especializados, publicidade organizada e mais apoios."
Diário Digital / Lusa
«A forma de perpetuar o povoamento em Trás-os-Montes e no interior do país é o turismo rural qualificado, com a gastronomia, percursos pedestres, de montanha, de contrabando, históricos, arqueológicos. Isso é uma forma de rentabilizar as casas vazias dos emigrantes e das pessoas que vão morrendo: são casas de campo que as pessoas da cidade podem comprar e transformar», observa o sacerdote, dinamizador do Congresso de Medicina Popular de Vilar de Perdizes.
Para isso, sustenta, seria preciso uma equipa de arquitetos especializados, publicidade organizada e mais apoios."
Diário Digital / Lusa
20 fevereiro 2010
08 fevereiro 2010
Turismo rural espera mais gente no Carnaval
Os feriados “colados” ao fim-de-semana, as pontes e as curtas férias escolares são cada vez mais aproveitadas pelos madeirenses para uma pausa no trabalho e restabelecimento de energia. A crise é a palavra mais ouvida entre os que querem fazer férias e os que trabalham no sector. No entanto, quando não há dinheiro para hotéis de quatro estrelas, a opção é por unidades mais baratas.
O destino também conta e quem não pode fazer longas viagens, fica-se por umas férias cá dentro. Patrício Fernandes, elemento da Madeira Rural, diz-nos que há de facto cada vez mais pessoas a procuraram pelo turismo rural apesar de, também no sector, se notar a crise.
Ainda assim, há já muitas marcações para os dias de Carnaval e também para o fim.-de-semana do dia dos namorados. Aliás, «sempre que há feriados e pontes, temos alguma clientela», considera Patrício Fernandes.
A maioria dos clientes deste tipo turismo é de nacionalidade estrangeira, sendo que 25 por cento são do mercado português.
Dentro destes, grande parte é da Região, muito embora «ainda não exista um estudo concreto sobre isso por forma a que se possa fazer essa distinção».
No que toca a faixas etárias, Patrício Fernandes refere-nos que há muitos clientes de idade jovem. A grande maioria, contudo, tem acima dos 30 anos e com filhos, sendo que aproveitam os pequenos intervalos escolares para recarregar baterias.
Para ler o resto da noticia, clique na fonte
Fonte: Jornal da Madeira
O destino também conta e quem não pode fazer longas viagens, fica-se por umas férias cá dentro. Patrício Fernandes, elemento da Madeira Rural, diz-nos que há de facto cada vez mais pessoas a procuraram pelo turismo rural apesar de, também no sector, se notar a crise.
Ainda assim, há já muitas marcações para os dias de Carnaval e também para o fim.-de-semana do dia dos namorados. Aliás, «sempre que há feriados e pontes, temos alguma clientela», considera Patrício Fernandes.
A maioria dos clientes deste tipo turismo é de nacionalidade estrangeira, sendo que 25 por cento são do mercado português.
Dentro destes, grande parte é da Região, muito embora «ainda não exista um estudo concreto sobre isso por forma a que se possa fazer essa distinção».
No que toca a faixas etárias, Patrício Fernandes refere-nos que há muitos clientes de idade jovem. A grande maioria, contudo, tem acima dos 30 anos e com filhos, sendo que aproveitam os pequenos intervalos escolares para recarregar baterias.
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Fonte: Jornal da Madeira
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