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31 agosto 2011

Google "entra" nos eléctricos de Lisboa

Foto DR
A multinacional norte-americana Google comemora, esta quarta-feira, o 110º aniversário da Inauguração da primeira linha de carros eléctricos entre Cais do Sodré e Algés, em Lisboa.




Quem entrar no motor de pesquisa em Portugal vê as letras "Google" a entrar num tradicional eléctrico amarelo da capital e, passando o cursor pela imagem, percebe pela informação adicional que tal se deve ao 110º aniversário da Inauguração da primeira linha de carros eléctricos entre Cais do Sodré e Algés.

Como noutros "doodles" - imagens que a Google coloca na sua página para assinalar efemérides -, clicando no desenho, obtêm-se os resultados da busca sobre este meio de transporte, nomeadamente as indicações sobre os percursos turísticos.

Gamado, aqui.

12 agosto 2011

Turistas estrangeiros elegem Portugal como destino

A actividade turística continua a crescer em Portugal. No primeiro semestre o número total de dormidas evoluiu 8,8 por cento (para 17,1 milhões), com destaque para o desempenho dos mercados externos, que acrescentaram 1,4 milhões de dormidas aos valores de 2010. O mês de Junho de 2011 foi o melhor Junho de sempre para as dormidas de turistas estrangeiros, que ultrapassaram os valores recorde de 2007.

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, o comportamento positivo dos estrangeiros no semestre (+ 13,9 por cento) verificou-se em todas as regiões do país, na generalidade com crescimentos de dois dígitos.

Os maiores contributos vieram do Reino Unido, mercado que aumenta 19,7 por cento (mais 465 mil dormidas) e progride em todas as regiões, em particular no Algarve (responsável por 70 por cento deste valor). França (mais 146 mil dormidas), Alemanha (mais 119 mil) e Espanha (mais 102 mil) também se destacam.

O mercado espanhol cresce em todas as regiões, mas sobretudo abaixo do Tejo e nas Ilhas, onde se concentrou mais de 75 por cento deste aumento. Os turistas brasileiros continuaram a preferir Portugal nas suas férias, gerando mais 87,5 mil dormidas do que no primeiro semestre de 2010, um aumento de 24,5 por cento.

Mais de metade deste crescimento concentrou-se na região de Lisboa. As dormidas de turistas nacionais retomaram a linha de crescimento em Junho (mais 4,7 por cento), o que perspectiva um crescimento nos próximos meses de Verão pela concentração de férias nesta altura do ano.

Os proveitos turísticos atingiram 800 milhões de euros no primeiro semestre, uma variação de + 6,5 por cento face ao mesmo período de 2010. Lisboa, Madeira e Algarve foram as regiões onde os proveitos mais cresceram, contribuindo com mais 43,7 milhões de euros no seu conjunto.

Os turistas escolheram a oferta hoteleira mais qualificada nas suas estadias, preferindo dormidas em hotéis, hotéis-apartamentos e pousadas e, sobretudo, nas unidades 5 estrelas. Nos hotéis com esta classificação o aumento foi de 35,5 por cento em Junho.

Fonte: LPM

21 julho 2011

Tata vai revolucionar o turismo em todo o mundo

A tendência « low-cost » está definitivamente instalada no sector imobiliário.

Agora, o grupo industrial Tata lança uma casa com um valor difícil de combater pela concorrência: 509 euros. A empresa indiana Tata anunciou a comercialização de uma casa de 20 m² por 509 € (ou 32 000 rupias), como sendo a casa mais barata do mundo.

A empresa já tinha fabricado o carro mais barato do mundo em 2009, o Nano. Contudo, as vendas desiludiram devido aos problemas relacionados com a segurança. Com esta nova casa, pretende-se fornecer habitações nas zonas mais pobres do país.

O governo indiano e a empresa ainda estão em negociações, já que as autoridades do país consideram ser necessário a construção de milhões de habitações. As casas da Tata são pré-fabricadas e demoram sete dias a ficar prontas.

O modelo está a ser testado e deve chegar ao mercado no próximo ano, segundo a agência noticiosa PTI. Além disso, será também construído uma outra versão de 30m2 com opções suplementares, como painéis solares e varanda.

Gamado, aqui. 

Este novo produto vai revolucionar o turismo em todo o mundo, com a possibilidade da construção de resorts e outras estruturas turísticas  low cost e permitir criar um novo fluxo de turistas pelo mundo fora.

27 maio 2011

Portugal Melhor

Eu..........



E tu o que vais fazer?

08 maio 2011

True Portuguese!!


Em resposta à anunciada intenção da Finlândia não alinhar no empréstimo da União Europeia a Portugal, eis um vídeo capaz de levantar o moral de qualquer português. E onde não faltam umas quantas alfinetadas aos nossos amigos finlandeses...

29 março 2011

«O presidente do Turismo de Portugal é mentiroso»

O presidente da Associação Comercial do Porto (ACP), Rui Moreira, acusou, em declarações ao SOL, o presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão, de estar a mentir no caso da transferência da corrida Red Bull Air Race do Porto para Lisboa A corrida de aviões organizada pela fabricante da bebida energética Red Bull realizou-se em 2007, 2008 e 2009 na cidade do Porto.

No entanto, no próximo ano a corrida vai ser transferida para o rio Tejo, em Lisboa, depois de as autarquias de Lisboa e de Oeiras chegarem a acordo com Red Bull. «O Dr. Luís Patrão está a mentir quando diz que a passagem da corrida para Lisboa não tem o apoio do Turismo de Portugal.

É mentiroso, não há outra designação», disse Rui Moreira. «O Turismo de Portugal esteve envolvido e negociações com as autarquias que agora vão receber o evento, ao contrário do que o Dr. Luís Patrão tem afirmado». As declarações do presidente da ACP vêm no seguimento dos esclarecimento que o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, deu hoje de manhã aos jornalistas. «A única instituição pública que patrocinou a prova no ano passado foi o Instituto de Turismo de Portugal (?) que já disse este ano que não vai dar nem mais um cêntimo do que financiou no ano passado, os 500 mil euros.

22 março 2011

Associação Portuguesa de Resorts

Foi ontem constituída a Associação Portuguesa de Resorts (APR), uma associação que pretende promover Portugal como destino de Turismo Residencial e que conta com a adesão de 25 resorts nacionais.

A nova associação pretende desenvolver o Turismo Residencial e promove-lo no mercado internacional, nomeamente o de elevada qualidade, traçando uma estratégia coerente para um dos 10 pontos-chave do Turismo português, de acordo com o Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT).

“A concentração de esforços no desenvolvimento de uma estratégia coerente para o sector será muito importante para posicionar Portugal como um destino de eleição no Turismo Residencial e contribuirá para o crescimento e sucesso dos vários projectos que constituem a oferta do país nesta matéria”, considera Rui d´Ávila, administrador da Sonae Turismo, que integra a nova associação através do empreendimento troiaresort.

Com a constituição da APR vai ser possível “conjugar sinergias” e “enfrentar os desafios dos próximos anos”, considera a Sonae Turismo, destacando a legislação específica, a promoção internacional e as questões fiscais como alguns dos desafios que o Turismo Residencial vai enfrentar no futuro.

A APR foi constituída ontem, num encontro que decorreu nas instalações do escritório de advogados Uría Menéndez, em Lisboa, e que contou com a presença de representantes dos empreendimentos que integram a associação.

Gamado, aqui.

16 março 2011

Pousadas de Portugal facturaram 33,3 milhões de euros em 2010

A facturação das Pousadas de Portugal, controladas pelo Grupo Pestana, divide-se entre alojamento e restauração. Representa um aumento de quase 5 % em relação a 2009. Contudo, ainda há prejuízos. Em 2010, o mercado internacional registou um aumento de cerca de 20 %, ultrapassando os valores do mercado nacional, que decresceu 7 %.

Os resultados líquidos foram negativos, apesar de os resultados operacionais terem sido entre 3,5 milhões e 4 milhões de euros, atingindo um valor semelhante ao de 2008. Segundo Castelão Costa, presidente do Grupo Pestana Pousadas (GPP), a previsão de crescimento para 2011 é de 7 %.

Uma das consequências destes valores é a paragem na internacionalização, que deixa os projectos em stand-by. Os principais mercados internacionais das Pousadas de Portugal são Espanha, Alemanha, Inglaterra, Holanda e Estados Unidos da América. Em 2010, a Pousada do Palácio do Freixo, no Porto, foi a mais rentável, representando um importante papel no acréscimo de vendas.

Foi o primeiro ano de completa operação, já que esteve aberta ao público durante apenas três meses em 2009. No lado oposto, estão as pousadas de Elvas, Alvito e Alijó. Contudo, não há a previsão de encerramento de nenhuma pousada para este ano.

As pousadas históricas continuam a ser as mais importantes e a sazonalidade ainda se nota (sobretudo ao fim de semana). Castelão Costa anunciou ainda três novos projectos, com novas pousadas no Terreiro do Paço, Covilhã e Cidadela.

O gestor comunicou também que o site das Pousadas de Portugal estará brevemente disponível em francês.

Gamado, aqui.

28 fevereiro 2011

Hotel Lisbonense passa a Sana Silver Coast


O grupo FDO concluiu a reabilitação do Hotel Lisbonense com a venda do equipamento à SANA Hotels, passando o hotel a chamar-se Sana Silver Coast. O emblemático hotel das Caldas da Rainha, que acolheu o Rei D. Carlos I e a família real quando iam a banhos, vai finalmente ser devolvido à cidade, após uma profunda e cuidada recuperação que incluiu a reconstituição das suas fachadas principais.

O equipamento, com uma área de 5.500 metros quadrados e um total de 88 quartos, encontra-se pronto a explorar e abrirá brevemente.

Acrescente-se que, as palmeiras centenárias que marcavam a envolvente do hotel foram salvaguardadas e reimplantadas, o que vem reforçar a política de protecção ambiental e de responsabilidade social do grupo.

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26 fevereiro 2011

ART Açores quer mais turistas no Grupo Central e Ocidental

A Associação Regional de Turismo (ART) dos Açores quer mais turistas a visitar as ilhas dos Grupos Central e Ocidental, tendo em conta que 60% dos visitantes elegem São Miguel como destino turístico no arquipélago. O objectivo foi ontem comunicado por José Toste, director executivo da ART, na BTL, que anunciou um investimento de cerca de 600 mil euros para a qualificação da oferta cultural das cinco ilhas do Grupo Central e das duas ilhas do Grupo Ocidental.

A ART pretende trabalhar para captar o interesse dos potenciais turistas a visitar as restantes ilhas do arquipélago - em 2010, os Açores receberam 350 mil turistas, o correspondente a 1.04 milhões de dormidas - sobretudo através de um programa estival onde predominam os concertos musicais, as feiras gastronómicas e taurinasl. E, assim, aumentar a média de permanência nestas ilhas de 2.3 para 3.5 dias.

Segundo o responsável, a estratégia passa ainda por apostar na promoção da região em mercados estratégicos na Europa e, ainda, nos EUA e Canadá, não só pela sua proximidade, mas também pelo facto de haver uma grande comunidade de emigrantes.

Outro projecto importante será a abertura de três novos Quiosques de Turismo em duas ilhas do grupo Ocidental, que disponibilizam os serviços prestados pelas empresas de animação turística e comercializam produtos artesanais e gastronómicos.

Gamado, aqui. 

24 fevereiro 2011

Exportações do turismo deverão chegar aos 15,8% em 2015

O presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão, recordou o crescimento do turismo nacional em 2010 e as perspectivas para o corrente ano.
"Os números são optimistas, mas não nos deixam sem nada para fazer", acrescentou Luís Patrão, à margem da I Conferencia Internacional do Turismo, que ocorreu hoje à margem da Bolsa de Turismo de Lisboa.


A revisão do Plano Estratégico Nacional do Turismo passa a prever uma meta de 15,8% para as exportações do sector. O Secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, referiu que o objectivo é continuar a crescer, sem no entanto referir quais as novas metas para o contributo do turismo para o PIB, nem para o emprego, como previa a anterior versão do PENT.

Gamado, aqui.

Oeste atrai senhoras

O Portugal Ladies Open poderá ficar no CampoReal, em Torres Vedras, até 2012. É essa a vontade de todas as entidades envolvidas. "Estamos em conversações para ver se o torneio se mantém aqui por três anos e pretendemos que não saia do Oeste", disse António Carneiro, presidente do Turismo Oeste.

O Turismo de Portugal, principal patrocinador dos quatro torneios de golfe portugueses a contar para rankings mundiais, optou desde 2007 por distribuir eventos por regiões nacionais de fama internacional no específico mercado do turismo de golfe.

O Portugal Masters, de três milhões de euros, promove o Algarve; o Open de Portugal, de um milhão de euros, publicita o Estoril; o Madeira Islands Open BPI Portugal, de 700 mil euros, mostra os belos campos daquela região autónoma; e o Portugal Ladies Open, de 200 mil euros, fixou-se no Oeste pelo segundo ano seguido, depois de em 2009 se ter disputado no Golden Eagle, em Rio Maior.

'Somos a terceira região turística de golfe do País, depois do Algarve e do Estoril, e por isso merecemos este torneio', sublinhou também António Carneiro, que explicou a necessidade 'de um hotel de cinco estrelas para receber uma competição desta envergadura', pelo que, neste momento, só o CampoReal pode acolhê-la, mas já se espera 'pelo Hilton no Bom Sucesso, para onde o torneio poderá transitar no futuro'.

Na relação custo-benefício, o Portugal Ladies Open é o torneio de golfe português que mais retorno mediático dá ao País. O seu orçamento ronda apenas os 300 mil euros, 200 mil dos quais em prémios monetários, e a sua cobertura televisiva internacional, no somatório de notícias diárias, compactos diários e compacto semanal, atinge os 300 milhões de lares em todo o Mundo, com um retorno calculado em 3,5 milhões de euros.

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04 fevereiro 2011

Licenciaturas e assinaturas levaram a exclusão no concurso do Turismo de Portugal

A LPM deverá assegurar a comunicação do Turismo de Portugal durante os próximos três anos. A agência de Luís Paixão Martins foi indicada pelo júri que avaliou o processo como a vencedora, depois das outras três agências que apresentaram propostas terem sido excluídas por não cumprirem os critérios apresentados no caderno de encargos.

Além da LPM, que já detinha a conta, apresentaram-se a GCI (através da empresa EDZ), a Ipsis e a Lift. Segundo informações recolhidas pelo M&P, as razões para a exclusão das candidaturas prendem-se com o facto de os coordenadores do projecto do lado das agências não terem as licenciaturas pretendidas no concurso ou por uma assinatura digital não ter sido correctamente submetida.

O M&P tentou também obter um esclarecimento junto da assessoria de imprensa do Turismo de Portugal mas até ao final do dia de ontem não foi possível. De acordo com as intenções do Turismo de Portugal, do lado das agências concorrentes, o coordenador da equipa e interlocutor do Turismo de Portugal e os accounts teriam de ser licenciados em Jornalismo, Comunicação Social, Ciências da Comunicação ou Economia.

No caso da Ipsis o coordenador da equipa era licenciado em Direito, enquanto o gestor de cliente era formado em Sociologia. Já a GCI, não referiu na sua proposta quem seria o coordenador de equipa, enquanto os gestores de cliente tinham o 12º ano e uma licenciatura em Gestão de Recursos Humanos. No caso da Lift a exclusão deveu-se à não apresentação de certificado digital da assinatura electrónica. O M&P tentou obter uma reacção dos responsáveis pelas agências excluídas. Apenas Salvador da Cunha, CEO da Lift, aceitou comentar o desfecho do concurso.

“A Lift respondeu criteriosamente a todos os requisitos, que no entanto nos pareceram hiper-exagerados”, considera, acrescentando que “do que conheço no mercado, apenas três ou quatro empresas cumprem os requisitos exigidos”. “Na minha opinião não têm nada a ver com qualidade das possíveis propostas, mas com uma tentativa de limitar os números de concorrentes.

Ao ficarem apenas com um concorrente, não só a proposta pode ser medíocre, como o preço ficará certamente colado ao limite máximo.” Sobre a razão que levou à exclusão da sua agência, Salvador da Cunha refere que “a razão teve única e exclusivamente a ver com a assinatura digital da plataforma Bizgov, que foi mal introduzida. É obviamente uma razão burocrática de exclusão. O júri parece mais interessado em encontrar razões de exclusão do que de inclusão”. As agências apresentaram as suas propostas na véspera de Natal.

Gamado, aqui.

03 fevereiro 2011

Recorde de candidaturas do Turismo a fundos comunitários para empreendedorismo e inovação

É o maior número de sempre de candidaturas a financiamento comunitário para apoiar o empreendedorismo e a inovação nas empresas turísticas. Os dois concursos do Sistema de Incentivos à Inovação - lançados no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e que terminaram a 24 de Janeiro - acolheram 171 projectos turísticos, a maioria relativos a hotelaria ou alojamento.

No total, o investimento envolvido nestes projectos ascendeu a 555,76 milhões de euros, revelando o dinamismo das empresas e do sector turístico. A maior parte das candidaturas concentra-se em projectos de alojamento - 83% do investimento global -, cabendo o restante a investimentos nas áreas da animação turística. Na sua maioria (72%) as candidaturas identificaram-se inteiramente com os princípios de desenvolvimento estratégico do sector, tendo-se candidatado ao abrigo do Pólo de Competitividade e Tecnologia “Turismo 2015” (que harmoniza os critérios dos concursos do QREN com as prioridades de desenvolvimento do Plano Estratégico Nacional do Turismo - PENT). As empresas da Região Norte (69 candidaturas) e do Centro (44) apresentaram o maior número de candidaturas, correspondendo a cerca de dois terços do total. As empresas sedeadas no Alentejo apresentaram 33 candidaturas, as do Algarve 14 e as de Lisboa 11.

As potencialidades do novo modelo de desenvolvimento regional do Turismo foram também confirmadas nestes concursos, tendo as empresas dos Pólos de Desenvolvimento Turístico promovido um quarto das candidaturas. O Pólo do Douro lidera em candidaturas (16) e investimento (86,4 milhões de euros), seguindo-se os Pólos do Oeste (sete candidaturas), Leiria-Fátima (seis), Serra da Estrela (cinco), Alentejo Litoral (quatro) e Alqueva (três).

A atribuição destes apoios decorre em estreito alinhamento com os objectivos previstos pelo PENT, que prevêem o aumento do peso do Turismo na economia nacional pelo crescimento de turistas e de receitas, aumento e qualificação da capacidade instalada e qualificação da mão-de-obra e da oferta turística e hoteleira. Durante o período de candidaturas o Turismo de Portugal intensificou por todo o País as acções de divulgação dos mecanismos de acesso a fundos comunitários inseridos no Pólo de Competitividade “Turismo 2015”.

Todas as informações sobre novos concursos estarão disponíveis no portal do Turismo de Portugal na internet (www.turismodeportugal.pt),onde as candidaturas podem ser apresentadas em formulário electrónico.

Gamado,aqui

31 janeiro 2011

Guimarães na lista de sugestões do NYT

A cidade de Guimarães foi incluída na lista dos 41 locais a visitar em 2011, pelo jornal New York Times. A vincada orientação cultural da cidade, que tem merecido o reconhecimento das mais elevadas instâncias internacionais, como a elevação do Centro Histórico a Património da Humanidade pela UNESCO e, mais recentemente, a nomeação como Capital Europeia da Cultura 2012, são os principais argumentos por detrás desta sugestão. 
 
“Considerado o berço de Portugal, esta cidade do norte tem sido de grande importância histórica para o país. Agora, com metade de seus habitantes com menos de 30 anos, é também uma das mais jovens cidades da Europa. Uma série de acontecimentos recentes, como a sua selecção como Capital Europeia da Cultura 2012 e a reabilitação do centro histórico designado pela Unesco, ajudaram a transformar a cidade "berço" num dos pontos culturais emergentes da Península Ibérica” – lê-se no texto assinado por Charly Wilder.

Na lista dos 47 destinos para 2011 figuram também as cidades Antuérpia (Bélgica), Salónica (Grécia) e Tallinn (Estónia), Capitais Europeias da Cultura em 1993, 1997 e 2011, respectivamente.

Para ler o artigo completo, siga a ligação.

03 janeiro 2011

O Turismo de Portugal vai reduzir os apoios financeiros

É um corte que pode ameaçar a realização de dois dos eventos que mais impactos têm na economia madeirense, na promoção do turismo da natureza e em concreto do nicho do golfe, bem como no fomento ao consumo interno, como só o Rali Vinho Madeira é capaz.

O Turismo de Portugal vai reduzir os apoios financeiros aos grandes eventos desportivos que se realizam em Portugal, cortes que vão atingir o Open da Madeira de Golfe e o Rali Vinho Madeira. A informação foi veiculada pela RDP-Madeira, a partir de uma entrevista de Bernardo Trindade, o madeirense que é Secretário de Estado do Turismo.

Ainda sem ter fechado o valor do corte, o DIÁRIO apurou junto do Turismo de Portugal que este será transversal a todas as rubricas do orçamento, sendo expectável que os apoios venham a ser reduzidos em 25%. Nesta entrevista, Bernardo Trindade fez questão de reiterar que "a solidariedade do Governo da República vai manter-se", lembrando que a nível nacional haverá eventos que vão deixar de receber apoios, o que não vai acontecer no caso da Madeira. Um corte surpreendente

Este anúncio surpreendeu os dirigentes madeirenses, já que o Instituto do Turismo de Portugal viu o seu orçamento reforçado, para 2011, com mais 38 milhões de euros - para 250 milhões de euros - com a missão de reforçar a promoção, através de um novo modelo de promoção regional externa, do novo portal internacional de turismo (visitportugal.com) e do portal de golfe. Por outro lado, o fim do Open de Portugal poderia beneficiar a Madeira, mas a opção terá sido reforçar o Masters de Golfe, que passa a ter um maior 'prize-money'. O apoio do Turismo de Portugal reveste-se de importância determinante na concretização destes eventos, já que no caso do torneio de golfe o apoio garante cerca de 30% da verba necessária para a organização. No caso do Rali Vinho Madeira, a comparticipação do Estado cobre apenas 10% das despesas.

Os dois eventos da Madeira absorviam 7% dos apoios previstos na linha 2 do Programa de Intervenção Turística do Governo da República. Governo Regional vai garantir 1,3 milhões de euros para o Rali e Open da Madeira de golfe Os principais responsáveis pelos dois eventos declinaram fazer qualquer comentário, pois como adiantaram não sabem oficialmente qual o desfecho das candidaturas. Paulo Fontes, o presidente da Comissão Organizadora do Rali Vinho Madeira, foi o mais expansivo, admitindo que "qualquer que seja o corte, nesta altura é muito difícil encontrar um parceiro privado que compense".

Já o Governo Regional vai garantir os mesmos 638 mil euros que tem vindo a atribuir ao rali - que custa cerca de um milhão de euros - não só porque este garante uma promoção da Madeira à escala internacional, como dinamiza um consumo interno importante para diversos sectores da actividade. No que respeita ao Open da Madeira de Golfe, o Orçamento Regional reservou os mesmos 700 mil euros atribuídos o ano passado, uma verba que acautela o essencial dos custos -1,2 milhões de euros - se considerarmos que o Turismo de Portugal vai garantir 240 mil euros.

Gamado, aqui.

20 dezembro 2010

Mourinho e Ronaldo ajudam Turismo

Contrato entre treinador e futebolista e o Turismo de Portugal foi feito através de uma empresa irlandesa e as Finanças portuguesas ficaram ‘a ver navios’.

Numa campanha de promoção internacional do país, promovida pelo Turismo de Portugal, o treinador José Mourinho e o futebolista Cristiano Ronaldo receberam cada um 150 mil euros pelos direitos de imagem, mas em vez de a verba ser contabilizada como rendimento em Portugal, tudo passou ao largo da Nação, através de um contrato com a Irlanda.

Segundo o Correio da Manhã, Mourinho e Ronaldo assinaram um contrato a ceder os direitos das respectivas imagens ao Turismo de Portugal, no âmbito da campanha de promoção externa que associou o país à costa do Oeste da Europa entre 2007 e 2009 e o negócio foi celebrado com a sociedade irlandesa Multisports & Image Management, Limited, só que no país a taxa de IRC é 12,5%, metade da taxa de 25% cobrada em Portugal.

Gamado, aqui.

07 dezembro 2010

Allgarve dá lugar ao Allgarve Nations

O programa Allgarve de 2011 vai surgir com um modelo novo e «amadurecido», que aponta para novas estratégias: “Allgarve Nations” é o novo conceito que irá inaugurar um formato renovado no próximo ano e que inclui um programa de eventos especificamente dedicado a um mercado emissor de turistas.
Celebrando o principal emissor de turistas para a região algarvia, a quinta edição do Programa “Allgarve” será dedicada ao Reino Unido e vai integrar eventos culturais, desportivos, de animação, gastronómicos, música e outros com origem neste mercado emissor.

Nuno Aires salienta que “não se trata de reformular um modelo já bem implantado, mas sim de aprofundá-lo e dinamizá-lo de forma mais estratégica, cativando mais turistas desse mercado, para além do público local e nacional. Será um cruzamento entre o que temos em Portugal e a oferta desse mercado emissor”.

A edição deste ano já incluiu uma aproximação ao conceito do “Allgarve Nations” através da inclusão no programa da exposição “Dez Monumentais Esculturas Britânicas”, da Colecção Berardo, inaugurada em Setembro no Museu e Estação Arqueológica do Cerro da Vila, em Vilamoura, e que estará patente por um ano.

Neve afasta turistas



O forte nevão que caiu na passada semana deixou turistas na estrada e obrigou ao cancelamento de reservas nos diversos hotéis da Turistrela.

Segundo o director geral da empresa concessionária do turismo na Serra da Estrela é inaceitável que aquele que deveria ser um factor de promoção do turismo se transforme num constrangimento. José Luíz Moreira, em entrevista ao programa "Flagrante Directo" da RCB, diz que Portugal não é um país com tradição de neve "as pessoas vão para a praia e levam protector solar, fato de banho e chinelos, mas vêm para a neve e não trazem correntes no carro", por outro lado, aquele responsável considera que falta apoio, meios e união em torno da Serra da Estrela, "é inaceitável que no primerio nevão da época fiquemos logo com as estradas intransitáveis, precisamos de mais meios, como limpa neves, e fazer o que fazem por exemplo na Suiça em que os limpa neves trabalham à noite para no dia seguinte as estradas estarem transitéveis, nós aqui não conseguimos fazer isso".

O director geral da Turistrela admite que a falta de união e cooperação tem prejudicado o turismo em geral e a Serra da Estrela em particular "em Portugal não temos espírito cooperativo, temos várias associações ligadas ao sector mas que juntas representam muito pouco". Por outro lado, não há no país quem responda pelo Turismo "quem é que fala pelo turismo neste país? nós vamos a uma feira internacional e o stand de Portugal está cheio de capelinhas, quando deveríamos ter uma estratégia colectiva para promover um país que apesar de pequeno tem muita diversidade de oferta como o Douro, a Serra da Estrela, a praia...".

Segundo José Luíz Moreira a recente reorganização do sector não corresponde a essa estratégia, apesar de tudo "é melhor fazer algo do que não fazer nada". Questionado se o Instituto de Turismo não responde pelo turismo em Portugal aquele responsável é claro "deveria, mas não é isso que acontece".

Gamado, aqui.

06 dezembro 2010

Os desafios do Turismo até 2015

Nos próximos cinco anos, a Internet, redes sociais e os mercados emergentes vão alterar as forças do turismo mundial. China e Índia vão triplicar o seu peso, enquanto a Internet terá um impacto "brutal" sobre empresas e preferências do consumidor.

O sector do turismo vive actualmente sob diversos paradoxos. Apesar da maior crise económica das últimas décadas, o crescimento de turistas em todo o mundo não pára de crescer a taxas de quase dois dígitos. Simultaneamente, as empresas do sector - das companhias aéreas, aos hotéis, às agências de viagens - esmagam margens operacionais, reportam dificuldades financeiras e avançam para projectos de consolidação para evitarem a falência. Fala-se do turista mais independente e do fim dos intermediários, como as agências de viagens, mas, por outro lado, assiste-se à criação de impérios, como as agências de turismo online ou os sites agregadores de reservas de voos e hotéis.

Os paradoxos actuais do turismo são oriundos da profunda e rápida transformação que os seus agentes estão a sofrer. Nos últimos dez anos, o sector assistiu a eventos que alteraram quase por completo a forma como se faz negócio ou se estabelece a  ligação com clientes. A lista é imensa: o 11 de Setembro, os desastres naturais, pandemias, surgimento das companhias aéreas low cost, a explosão da Internet e das redes sociais, o preço como factor determinante, forte movimento de concentração no sector, as agências e serviços online, a escalada dos preços do petróleo e restantes commodities e a maior crise económica e financeira das últimas seis décadas. Numa década, o perfil de cliente - seja ele de lazer ou profissional - ou as redes de distribuição, sofreram uma mutação sem precedentes.  

O sector acredita que a fase actual é de transição. De transição para um turismo mais global e mais digital. O online irá determinar todo o modelo de negócio e países emergentes irão tornar-se na principal fonte de crescimento mundial de turistas, especialmente China e Índia, segundo um estudo sobre o futuro das agências de viagem apresentado no XXXVI congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT) que decorreu esta semana na Madeira.

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