Continuar a desenvolver a marca de Fátima, em especial na sua vertente religiosa, mas criando sinergias para outras mais valias concelhias como turismo cultural, lazer, gastronomia, artesanato. Esta foi uma das conclusões do “Congresso de Ourém - um olhar para o futuro”, que reuniu cerca de 300 congressistas no último fim de semana em Ourém. Esta ideia, defendida ao longo de todo o encontro, foi reforçada pelo presidente da autarquia, na sessão de encerramento. “Fátima é um pólo de sedução único que nós temos entre mãos”, afirmou Paulo Fonseca, defendendo que precisamos de valorizar as mais valias do concelho. Para isso, “precisamos de estar organizados e mudar a nossa mentalidade”.
Rever o PDM, definir de vez a questão dos espaços empresariais, partir para a internacionalização, aproveitar os contractos dos oureenses que se encontram espalhados pelo mundo e criar embaixadores de Ourém no mundo que possam apoiar empresários do concelho que queiram investir no estrangeiro, conseguir estar presente e contribuir para a tomada de grandes decisões como a escolha de localizações para congressos, TGV e acessibilidade aérea, estabelecer parcerias, foram outras das ideias-chave defendidas durante o evento, que será repetido daqui a dois anos.