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21 julho 2011

Tata vai revolucionar o turismo em todo o mundo

A tendência « low-cost » está definitivamente instalada no sector imobiliário.

Agora, o grupo industrial Tata lança uma casa com um valor difícil de combater pela concorrência: 509 euros. A empresa indiana Tata anunciou a comercialização de uma casa de 20 m² por 509 € (ou 32 000 rupias), como sendo a casa mais barata do mundo.

A empresa já tinha fabricado o carro mais barato do mundo em 2009, o Nano. Contudo, as vendas desiludiram devido aos problemas relacionados com a segurança. Com esta nova casa, pretende-se fornecer habitações nas zonas mais pobres do país.

O governo indiano e a empresa ainda estão em negociações, já que as autoridades do país consideram ser necessário a construção de milhões de habitações. As casas da Tata são pré-fabricadas e demoram sete dias a ficar prontas.

O modelo está a ser testado e deve chegar ao mercado no próximo ano, segundo a agência noticiosa PTI. Além disso, será também construído uma outra versão de 30m2 com opções suplementares, como painéis solares e varanda.

Gamado, aqui. 

Este novo produto vai revolucionar o turismo em todo o mundo, com a possibilidade da construção de resorts e outras estruturas turísticas  low cost e permitir criar um novo fluxo de turistas pelo mundo fora.

13 maio 2010

O débil coração de Portugal

Texto de João Boavida antes publicado no diário As Beiras, que, curiosamente, incide no mesmo assunto que um outro dispinibilizado no De Rerum Natura.

Almeida Henriques, o presidente cessante da Conselho Empresarial do Centro (CEC) lamentava há dias, que na importantíssima questão dos vinhos se tivesse perdido a oportunidade de criar uma só região no Centro de Portugal. Posteriormente, falou dos que preferem mandar no seu quintal, mesmo que pouco ou nada produza, a integrarem-se numa unidade de grande potencial produtivo. A imagem adapta-se bem a muitos dos nossos políticos - locais e nacionais: não passam de agricultores à antiga querendo parecer políticos à moderna. Morrem à míngua, mas naquilo que é seu.

Os vinhos Dão, Bairrada, Beira Interior, Barosa-Távora, Lafões, cada um por si, pouco são, mas enquanto vinhos do Centro de Portugal poderiam ombrear com a região demarcada do Douro, apesar do nome e da extensão, e com o Alentejo que é, hoje, para o lisboeta, o supra-sumo. Poderiam competir, a nível nacional, mas, sobretudo, criar real força exportadora para potenciar muito mais. Isto, é claro, exige dimensão, qualidade, imagem, marca e promoção; condições que, em separado, nenhum tem, mas que, em conjunto, talvez possam ter.

Repetiu-se o erro da Região de Turismo do Centro: cada um acocorado em cima do seu penedo, querendo ser melhor que o vizinho, e a chamar pelos turistas com jogos de fumo, à moda dos apaches. Apesar do que disse Bernardo Trindade, secretário de Estado do Turismo, ao diário As Beiras, o erro venceu. Em pose de Estado, com bandeiras e tudo, veio falar de uma série de melhorias, progressos e outras boas ideias e intenções. Mas se, como se diz, queremos, no Centro, um turismo a ombrear com o Algarve e Lisboa, assim não conseguiremos. Em termos de estratégia cometeu-se um erro enorme para as potencialidades turísticas do Centro de Portugal.

Uma região de Turismo com a Serra de Estrela, Fátima e Coimbra fora do conjunto, por diferentes razões e sem estratégia global, é um fiasco político completo. E uma inevitável pulverização de meios. O poder central não foi capaz de evitar o erro dos que querem um penedo para si a todo o custo, e tomou decisões políticas disparatadas e ofensivas que provocaram a ”fuga” de Coimbra e da Figueira da Foz. Entretanto, o Centro de Portugal fica mais fraco, para grandeza do Norte que, descendo, sonha chegar ao Mondego. E para alegria do Sul que deseja subir até ao Mondego. É uma barbaridade histórica e cultural, uma fragilização para todos, mas talvez seja o desejo do Poder Central. E nós vamos ajudando.
João Boavida

Posted by De Rerum Natura at 17:01 - http://dererummundi.blogspot.com/2010/05/o-debil-coracao-de-portugal.html

14 abril 2010

Guia Residente dos Santuários é uma profissão com futuro no Turismo

Segundo dados registados em estudos recentes do Turismo, existem 4.000 monumentos religiosos visitáveis em Portugal. Naturalmente que se incluem nestes números o Património das Catedrais, Santuários, Igrejas, Conventos e outros monumentos de interesse turístico que possuem um capital relevante para integrar rotas e produtos turísticos.

Experiências anteriores realizadas pela TUREL- Cooperativa de Promoção e Desenvolvimento do Turismo Religioso, e anunciadas publicamente deram conta do sucesso do trabalho efectuado pelos Guias Residentes dos Santuários. Na oportunidade os Santuários do Sameiro e do Bom Jesus em Braga e o Santuário de S.Bento da Porta Aberta no Gerês, realizaram uma experiência ímpar com excelentes resultados.

Gambuzinos - O Melhor de Portugal está aqui!