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07 dezembro 2010

“Allgarve’10” em números

4 640 000 € de investimento global
1 076 000 € de investimento no “Allgarve Pop/World Music”
189 710 de audiência, das quais:
79 818 pessoas em Arte
68 900 pessoas em Animação
15 468 pessoas em Gastronomia
13 713 pessoas em Pop/World Music
6403 pessoas em Música Clássica
5408 pessoas em Jazz
178 000 folhetos e outros suportes distribuídos
77000 visitas ao site Allgarve.pt
65000 € doados a 13 IPSS
2569 notícias em Órgãos de Comunicação Social
1120 Spots em 5 rádios regionais e 1 nacional (RFM)
800 Kits de Imprensa distribuídos
658 jornalistas acreditados
432 OCS fizeram a cobertura dos eventos (não inclui desporto)
316% de variação positiva do público do Allgarve, desde 2007
215 Passatempos realizados
128% de variação positiva da adesão dos municípios, desde 2007
100% de execução do orçamento
95 eventos
64 locais abrangidos
30 eventos somados à programação de 2009
23 eventos só no mês de Agosto
20 eventos em Loulé, o município que acolheu maior número de acções
16 Municípios abrangidos
4 mercados externos receberam campanhas online
4 meses de programação acrescida

23 novembro 2010

Turistas gastam cerca de 850 euros em viagens de lazer

O gasto médio dos turistas, que visitam o Porto e o Norte de Portugal, aumentou 6% relativamente ao trimestre anterior, rondando os 850 euros. No que respeita ao turismo de negócios, os gastos aumentaram cerca de 4%, dos 421 euros para os 697 euros.

Este é o resultado de um estudo realizado pelo Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo que revela ainda que cerca de 8,1% dos turistas em lazer aproveita para visitar a Galiza sempre que viaja para o norte do país.

Entre as cidades mais visitadas da Galiza estão Vigo, Santiago de Compostela e Ourense.  O estudo demonstra também que se verificou um aumento do turismo de lazer (79%) face ao turismo de negócios (21%), sendo que quem viaja em negócios vai para participar em seminários, congressos e conferências.
Para as suas viagens, os turistas escolhem, na maior parte das vezes, as companhias aéreas de baixo custo. Estes turistas pertencem a uma classe média-alta, são, na maior parte dos casos, casados, com níveis de rendimento elevado e habilitações superiores.

Gamado, aqui.

21 novembro 2010

Turistas são mais velhos, não viajam sozinhos, nem de mochila às costas

Têm mais de 35 anos, são atraídos por recomendações de conhecidos e não gostam de viajar sozinhos ou andar de mochila às costas. É este o perfil do turista que escolhe o território português para passar férias, durante o Verão. O estudo, da responsabilidade do Turismo de Portugal, vai servir para afinar a estratégia de promoção do país no exterior e responder melhor às exigências dos visitantes, que apreciam as paisagens, a simpatia e os vinhos e ficaram menos satisfeitos com o custo de vida e a fraca fluência de idiomas estrangeiros.

Durante 11 dias, o organismo entrevistou 1072 turistas de sete nacionalidades, junto aos balcões de check-in dos principais aeroportos portugueses. O Estudo de Satisfação dos Turistas, que incidiu, principalmente, sobre os britânicos, que representam 40 por cento da amostra e são também os que mais contribuem para o sector em Portugal, faz um retrato do perfil, expectativas e previsões de regresso ao país.

De entre as principais conclusões, está o facto de 51 por cento dos inquiridos se encontrarem, pela primeira vez, em território português. Para o Turismo Portugal este dado "está em linha com a estratégia de conquista de novos públicos" e associado ao facto de "Portugal se ter tornado mais acessível por via aérea", com os incentivos às companhias de aviação, sobretudo às low-cost, através do programa estatal Iniciativa.pt.

Um destino recomendado

Mais de 40 por cento escolheram Portugal por recomendações de familiares e amigos, quando estavam na fase de planeamento das férias, e decidiram viajar até ao país por causa do clima e da paisagem (56 por cento) e da forma hospitaleira de acolhimento (30 por cento). No caso dos espanhóis, o factor proximidade é apontado por 56 por cento dos inquiridos.

Apenas três por cento ficaram interessados em visitar Portugal por estímulo publicitário, a ferramenta mais clássica nas estratégias de promoção dos destinos. Já a Internet foi responsável por 29 por cento das chegadas da amostra analisada.

Estas conclusões levam o Turismo de Portugal a admitir que há esforços a fazer na forma como se promove o destino Portugal. Além de deixar satisfeitos os que passam pelo país, o organismo está a "reforçar a presença em plataformas de comunicação on-line", como as redes sociais, e vai passar a incluir uma "ligação directa entre o consumidor e a oferta" no novo portal de promoção externa, o visitportugal.com.

Em termos de satisfação, o estudo concluiu que 91 por cento dos inquiridos ficaram "muito satisfeitos" com a estada. E que 44 por cento consideraram que as férias ficaram "acima das expectativas". As paisagens, as praias, a simpatia da população local e a gastronomia e vinhos foram os pontos mais apreciados.

Já os serviços de saúde, o custo de vida e a preservação ambiental só satisfizeram cerca de metade dos turistas. A fraca fluência de idiomas estrangeiros também foi um dos contras apresentados por uma parte dos inquiridos. Ainda assim, 54 por cento disseram que "de certeza voltará a Portugal". Seis por cento admitiram que "provavelmente" não o farão.

Para ver a notícia completa, clique aqui!

24 abril 2010

Douro é o segundo destino na preferência dos portugueses

Além de ser a região que mais cresceu a nível turístico, o Norte, que em termos de organização envolve as Entidades Regionais do Norte, Porto e do Douro, está também no primeiro lugar das preferências dos portugueses. Desenvolver esforços para a promoção internacional, é agora o objectivo...

Segundo um estudo realizado pelo Turismo de Portugal, o Douro ocupa o segundo lugar no ranking dos destinos preferidos dos turistas portugueses, revelou, no dia 15, Melchior Moreira, presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte, à margem de uma reunião de trabalho da Agência de Promoção Externa da região.

O estudo, que deverá ser apresentado publicamente "muito em breve", consistiu na realização, em 2009, de um inquérito de satisfação relativo aos destinos nacionais, explicou o mesmo responsável, revelando que a análise surgiu da necessidade de avaliar os resultados da reestruturação do sector do turismo que, há cerca de um ano, reduziu as estruturas ligadas à sua organização e gestão de 30 para 12.

"A resposta das preferências do turista nacional é clara, coloca o Porto e Norte de Portugal em primeiro lugar e o Douro em segundo", reforçou Melchior Moreira, revelando ainda outros resultados positivos das duas regiões, nomeadamente o facto destas terem sido as que mais cresceram no último ano. "Estamos num período económico difícil, por isso é importante avaliar comparativamente já o primeiro ano e o que verificámos é que fomos o único destino com uma taxa de crescimento de dois dígitos em termos nacionais, tivemos 17 por cento, o que significa mais 35 mil dormidas", explicou.

27 março 2010

Relatório do World Travel & Tourism: 2010 pode ser um ano de recuperação para o Turismo

A previsão é da mais importante Organização de Turismo do Mundo e atribui a Portugal uma estimativa de crescimento de quase 2%. São dados que deixam os operadores nacionais optimistas.

Um relatório do World Travel & Tourism Council é optimista para Portugal já que fala em recuperação.

Segundo esta instituição mundial de turismo, Portugal vai crescer este ano e nos seguintes, no que se refere à entrada de turistas.

Segundo os dados, o PIB português, no que se refere ao turismo, deverá crescer 1,9% para 24 mil milhões de euros, por ano. Outro dado importante  é que o número de pessoas a trabalhar para a indústria do turismo em Portugal chegará aos 23%.

Para este ano o turismo deverá representar 14,4% do PIB enquanto em 2020 deverá atingir 16,9%. Para Pedro Costa Ferreira, o vice-presidente da APAVT – a Associação das Agências de Viagem Portuguesas – estes dados são positivos pois falam em recuperação já para este ano.

Fonte : Rádio Renascença

23 março 2010

Páscoa deverá ser marcada por quebra nas receitas no turismo

O número total de visitantes e o volume de receitas turísticas angariado durante as férias da Páscoa em Portugal deverão ser inferiores aos registados durante igual período do ano passado.

Esta é uma das principais conclusões do 31º Barómetro Academia do Turismo, levado a cabo pelo Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), divulgado hoje.

O Barómetro Academia do Turismo afirma que procurou perspetivar o comportamento do Turismo Nacional durante as férias da Páscoa de 2010, em comparação com o período homólogo do ano transato, tendo para isso convidado o painel a pronunciar-se sobre a expetável evolução das receitas e do número de turistas provenientes do mercado interno e externo durante este período. Pela primeira vez, acrescentam, o painel foi ainda desafiado a revelar o nível de confiança atualmente depositado no setor do Turismo em Portugal.

Assim, quase metade dos inquiridos (48,1 por cento) "partilha da opinião de que se assistirá a uma retração das receitas provenientes do mercado interno e externo. Três em cada quatro inquiridos consideram mesmo que o número de turistas oriundos de mercados externos será 'igual' ou 'pior' ao registado em 2009".

No entanto, quando a atenção recai sobre o mercado interno as expetativas são mais animadoras. O Barómetro revela que "70,9 por cento antevê que o desempenho do setor ao nível do número de turistas será 'igual' ou mesmo 'melhor'".

Já se analisado o turismo nacional ao longo de todo o 2010, as previsões deixam antever um ano difícil para o setor. "Ainda que o número de turistas possa ser igual ou superior ao registado em 2010 - opinião partilhada por 67,1 por cento dos inquiridos -, a maioria considera que o volume de receitas e a criação de emprego no setor poderão regredir face aos valores registados em 2009", refere o mesmo estudo.

Contudo, sublinha, "o nível de confiança depositada pelo painel no Turismo de Portugal é amplamente positivo".

Medido numa escala de 0 a 100, "o índice de confiança médio situa-se nos 63,3 pontos percentuais. Na perspetiva de minorar a quebra na chegada de turistas oriundos dos tradicionais mercados emissores, Espanha encabeça a lista de países onde a promoção do destino Portugal deve ser reforçada, seguida de perto pelo Brasil e pela Alemanha", reforçam.

O universo de inquiridos foi de 143 pessoas dos vários quadrantes do setor, tendo o IPDT obtido e tratado 80 respostas, no período de auscultação que foi de 19 de fevereiro a 1 de março de 2010.

O IPDT é uma associação sem fins lucrativos, de âmbito nacional, que tem como premissa o ensino pós-graduado e a investigação aplicada no sector do turismo.


Fonte: Jornal i

20 março 2010

Portugal é quarto mercado de turismo de Cabo Verde

O Reino Unido foi, em 2009, o principal mercado emissor de turistas para Cabo Verde, com 25,6 por cento do total das 2,2 milhões de dormidas registadas nos estabelecimento hoteleiros do arquipélago, com Portugal  no quarto lugar.

Os dados foram avançados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) cabo-verdiano e dão conta de que o segundo maior “fornecedor” foi a Alemanha (com 15,2 por cento), seguida pela Itália (14,4 por cento) e Portugal (12,0 por cento).

No Inquérito à Movimentação de Hóspedes, o INE indica que, no mesmo ano, os visitantes provenientes do Reino Unido foram também os que tiveram maior permanência média em Cabo Verde (média de 8,9 noites), seguidos pelos da Alemanha (7,5 noites) e Holanda (7,2).

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