A primeira Rota Turística Ibérica é apresentada em Vila Nova de Foz Côa, juntando 11 sítios classificados como Património da Humanidade com o objetivo de ganhar dimensão internacional.
A "Rota do Património da Humanidade do Vale Internacional do Douro/Duero", que se constituirá como o primeiro destino turístico ibérico, nasce no dia em que se comemora o aniversário da classificação do Alto Douro Vinhateiro e do Centro Histórico de Guimarães.
Para além destes dois sítios, a iniciativa que tem como promotor a Fundação Rei Afonso Henriques (FRAH) junta ainda o Centro Histórico do Porto, o Parque Arqueológico do Vale do Côa, Ávila, Atapuerca, Burgos, Las Médulas, Salamanca, Siega Verde e Segóvia.
Gamado,aqui.
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18 dezembro 2010
22 setembro 2010
“Da alegria popular nasce o Linho”
Mais uma actividade plena de êxito marcou a viagem pelas tradições ‘Na Rota das Colheitas’. Desta vez a paragem foi na freguesia de Marrancos. Na tarde de sábado, 4 de Setembro, recriou-se a Espadelada do Linho, que juntou mais de uma centena de populares e forasteiros. Mais que uma prática agrícola, foi uma ode à tradição e à alegria rural.
A Espadelada do Linho, revivida no Solar do Paço, em Marrancos (Vila Verde) foi a quarta actividade ‘Na Rota das Colheitas’. Esta programação, que arrancou em Agosto e estende-se até Novembro, tem como impulsionadores o Município de Vila Verde, as Juntas de Freguesia e as Associações Culturais e Sociais do concelho, dinamizada pela PROVIVER.
Neste caso da Espadelada, a organização coube inteiramente à Associação Recreativa e Cultural de Marrancos, em conjunto com a Junta de Freguesia, uma entidade cujo rosto e alma tem um nome: Abílio Ferreira. Ele é o responsável pela preservação, divulgação e dinamização das tradições rurais do concelho, em especial no que se refere ao cultivo e produção do linho, o ‘corpo’ do ícone de Vila Verde: Lenço de Namorados.
A Espadelada do Linho, revivida no Solar do Paço, em Marrancos (Vila Verde) foi a quarta actividade ‘Na Rota das Colheitas’. Esta programação, que arrancou em Agosto e estende-se até Novembro, tem como impulsionadores o Município de Vila Verde, as Juntas de Freguesia e as Associações Culturais e Sociais do concelho, dinamizada pela PROVIVER.
Neste caso da Espadelada, a organização coube inteiramente à Associação Recreativa e Cultural de Marrancos, em conjunto com a Junta de Freguesia, uma entidade cujo rosto e alma tem um nome: Abílio Ferreira. Ele é o responsável pela preservação, divulgação e dinamização das tradições rurais do concelho, em especial no que se refere ao cultivo e produção do linho, o ‘corpo’ do ícone de Vila Verde: Lenço de Namorados.
30 junho 2010
Sever do Vouga: Silva Escura quer revitalizar nove moinhos de água por Amílcar Santos
Junta de Freguesia pretende criar um roteiro turístico que envolva a Cascata da Cabreia, a Cascata da Fílveda e a bacia de Romezal
A Junta de Silva Escura, no concelho de Sever do Vouga, quer recuperar nove moinhos de água, localizados em três núcleos distintos da freguesia: Cascata da Cabreia, Cascata da Fílveda e bacia de Romezal.
Os moinhos encontram-se abandonados e assaltados pela vegetação selvagem que cobre o pouco que resta desses exemplares únicos da arquitectura hidráulica. Um cenário que a Junta de Freguesia quer alterar, através da sua reabilitação e posterior colocação em funcionamento, salvaguardando, uma deste modo, importante referência colectiva de uma região, pródiga em recantos de rara beleza como a Cascata da Cabreia, a Quinta do Engenho, em Romezal, e a Cascata da Fílveda que têm vindo a ser objecto de importantes obras de beneficiação.
Para esta recuperação, a Junta de Freguesia, liderada pelo socialista Fernando Oliveira, conta com o apoio da Câmara Municipal de Sever do Vouga e da ADRIMAG, no âmbito do PRODEP. Após a conclusão dos trabalhos de recuperação dos moinhos, a autarquia silvaescurense pretende integrar os antigos engenhos num roteiro que permita um contacto directo e permanente com a ruralidade.
Fonte: Diário de Aveiro
A Junta de Silva Escura, no concelho de Sever do Vouga, quer recuperar nove moinhos de água, localizados em três núcleos distintos da freguesia: Cascata da Cabreia, Cascata da Fílveda e bacia de Romezal.
Os moinhos encontram-se abandonados e assaltados pela vegetação selvagem que cobre o pouco que resta desses exemplares únicos da arquitectura hidráulica. Um cenário que a Junta de Freguesia quer alterar, através da sua reabilitação e posterior colocação em funcionamento, salvaguardando, uma deste modo, importante referência colectiva de uma região, pródiga em recantos de rara beleza como a Cascata da Cabreia, a Quinta do Engenho, em Romezal, e a Cascata da Fílveda que têm vindo a ser objecto de importantes obras de beneficiação.
Para esta recuperação, a Junta de Freguesia, liderada pelo socialista Fernando Oliveira, conta com o apoio da Câmara Municipal de Sever do Vouga e da ADRIMAG, no âmbito do PRODEP. Após a conclusão dos trabalhos de recuperação dos moinhos, a autarquia silvaescurense pretende integrar os antigos engenhos num roteiro que permita um contacto directo e permanente com a ruralidade.
Fonte: Diário de Aveiro
10 abril 2010
Roteiro Turistico: Montalegre
Fica paredes-meias com Espanha e escapa ao restante Portugal por caminhos longos e característicos
Fica paredes-meias com Espanha e escapa ao restante Portugal por caminhos longos e característicos. A interioridade que uns proclamam como justificativo para a estagnação, nunca foi palavra de ordem por estas terras. Construída a pulso, refugia-se nas suas tradições para cativar visitas, promover as suas gentes e costumes. Por estas terras, não há quem não se orgulhe do passado e não pense no futuro. Dos rituais de sexta-feira 13, aos monumentos, às chegas de bois, aos certames do fumeiro e à velocidade, tudo é motivo para se “perderem” milhares de visitantes, todos os anos, em Montalegre.
Fica paredes-meias com Espanha e escapa ao restante Portugal por caminhos longos e característicos. A interioridade que uns proclamam como justificativo para a estagnação, nunca foi palavra de ordem por estas terras. Construída a pulso, refugia-se nas suas tradições para cativar visitas, promover as suas gentes e costumes. Por estas terras, não há quem não se orgulhe do passado e não pense no futuro. Dos rituais de sexta-feira 13, aos monumentos, às chegas de bois, aos certames do fumeiro e à velocidade, tudo é motivo para se “perderem” milhares de visitantes, todos os anos, em Montalegre.
20 março 2010
Via Algarviana - À descoberta do Algarve
De um lado, o Guadiana; do outro, o Atlântico. No meio, a unir estas duas fronteiras naturais, a Via Algarviana, um caminho que atravessa o Algarve interior e esquecido. No total, são 301 quilómetros... percorridos a pé, em 14 dias
DIA 1 24,2 Km - Alcoutim-Balurcos
Se à noite reina a melancolia em Alcoutim, durante o dia vive-se o passar vagaroso do tempo, que, por estes lados, parece ter outro ritmo. Armando Marques, 57 anos, ex-GNR, é um dos dois barqueiros que faz por rio os cerca de 500 metros que separam Portugal e Espanha (um euro a viagem). Vê o presente com desilusão e o futuro com desassossego: "O Guadiana está mal aproveitado em termos de turismo. Era necessário olhar para este rio com mais carinho." E é com o rio pelo nosso lado direito que iniciamos a caminhada.
DIA 1 24,2 Km - Alcoutim-Balurcos
Se à noite reina a melancolia em Alcoutim, durante o dia vive-se o passar vagaroso do tempo, que, por estes lados, parece ter outro ritmo. Armando Marques, 57 anos, ex-GNR, é um dos dois barqueiros que faz por rio os cerca de 500 metros que separam Portugal e Espanha (um euro a viagem). Vê o presente com desilusão e o futuro com desassossego: "O Guadiana está mal aproveitado em termos de turismo. Era necessário olhar para este rio com mais carinho." E é com o rio pelo nosso lado direito que iniciamos a caminhada.
24 fevereiro 2010
Rotas do azeite e do vinho do Douro aliam-se para conquistar o mundo
Levar o Douro e o património de Trás-os-Montes e Alto Douro além fronteiras é o propósito de um projeto apresentado hoje que junta rotas turísticas do vinho e do azeite numa estratégia comum de promoção.
Na região transmontana e duriense têm surgido várias rotas turísticas em torno dos mais conhecidos produtos, nomeadamente o vinho e o azeite, que decidiram agora unir sinergias com o objectivo da internacionalização.
O projeto conjunto de posicionamento, promoção e internacionalização das rotas do Douro foi hoje apresentado em Freixo de Espada à Cinta, o município raiano que é também parceiro na nova estratégia.
A iniciativa arranca com as rotas do azeite, do vinho do Porto e das vinhas de Cister, num total de 28 concelhos e 170 aderentes, entre instituições e outros parceiros.
Segundo explicou à Lusa Jorge Morais, da Rota do Azeite de Trás-os-Montes, os promotores deste projeto entendem que depois da promoção individual feita no território nacional chegou a altura de avançar para uma estratégia de cooperação.
"O objetivo é a internacionalização das rotas do Douro, levar o Douro e o património de Trás-os-Montes e Alto Douro além fronteiras", disse.
O projeto com o lema "O Douro, as Rotas e Mundo" conta com o apoio institucional da Estrutura de Missão do Douro e recebeu um apoio financeiro de 70 por cento do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) para os 400 mil euros de investimento necessário.
O resto do momento fica a carga dos aderentes que, em breve, deverão estender-se à vizinha Espanha com a adesão já proposta da Rota Internacional do Vinho formada por entidades das zonas espanholas de Salamanca e Zamora e do lado português da fronteira.
De acordo com Jorge morais, os diferentes parceiros vão agora elaborar um plano de marketing e comunicação que passará por vídeos promocionais e deslocações a mercados externos, nomeadamente junto de operadores turísticos internacionais.
Os promotores pretendem também que as rotas do Douro marquem presença na imprensa internacional e têm programados convites a jornalistas estrangeiros para visitarem a região e os diferentes atrativos.
Fonte: Jornal i
Na região transmontana e duriense têm surgido várias rotas turísticas em torno dos mais conhecidos produtos, nomeadamente o vinho e o azeite, que decidiram agora unir sinergias com o objectivo da internacionalização.
O projeto conjunto de posicionamento, promoção e internacionalização das rotas do Douro foi hoje apresentado em Freixo de Espada à Cinta, o município raiano que é também parceiro na nova estratégia.
A iniciativa arranca com as rotas do azeite, do vinho do Porto e das vinhas de Cister, num total de 28 concelhos e 170 aderentes, entre instituições e outros parceiros.
Segundo explicou à Lusa Jorge Morais, da Rota do Azeite de Trás-os-Montes, os promotores deste projeto entendem que depois da promoção individual feita no território nacional chegou a altura de avançar para uma estratégia de cooperação.
"O objetivo é a internacionalização das rotas do Douro, levar o Douro e o património de Trás-os-Montes e Alto Douro além fronteiras", disse.
O projeto com o lema "O Douro, as Rotas e Mundo" conta com o apoio institucional da Estrutura de Missão do Douro e recebeu um apoio financeiro de 70 por cento do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) para os 400 mil euros de investimento necessário.
O resto do momento fica a carga dos aderentes que, em breve, deverão estender-se à vizinha Espanha com a adesão já proposta da Rota Internacional do Vinho formada por entidades das zonas espanholas de Salamanca e Zamora e do lado português da fronteira.
De acordo com Jorge morais, os diferentes parceiros vão agora elaborar um plano de marketing e comunicação que passará por vídeos promocionais e deslocações a mercados externos, nomeadamente junto de operadores turísticos internacionais.
Os promotores pretendem também que as rotas do Douro marquem presença na imprensa internacional e têm programados convites a jornalistas estrangeiros para visitarem a região e os diferentes atrativos.
Fonte: Jornal i
22 fevereiro 2010
Turel cria roteiro de visitas na região Douro
A Turel - Cooperativa de Turismo Religioso vai criar um roteiro de visitas na região do Douro. A notícia foi avançada ontem pelo presidente da direcção, cónego José Paulo Abreu, na cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos sociais da cooperativa.
‘Douro Religioso’ é o nome do projecto que está ser elaborado com base no estudo do edificado religioso que se estende pela região, tendo sido fruto de uma candidatura ao programa ON.2 (Programa Operacional Regional do Norte) já aprovada.
“Além de darmos a conhecer o património religioso, com roteiros pedestres e com vias de acesso, irá ser criada também uma página na internet”, diz o presidente da direcção da Turel, acrescentando que serão dadas também informações aos visitantes através do recurso ao MP3.
O projecto, que que estará concluído em 2011, está para já em fase de inventariação do património, de forma a serem criadas, posteriormente, várias rotas de visita.
O cónego José Paulo Abreu deu conta ainda que a Turel continua a trabalhar na criação de uma rede mundial de turismo religioso “que implica a recolha de parceiros, de informações, a centralização de dados para uma base que permita criar, a nível mundial, esta rede do turismo religioso”.
Nesse sentido, o responsável da Turel afirma ainda que a cooperativa está a tentar encontrar novos mercados, novas potencialidades, avançando a hipótese de ser criado um novo mercado com os polacos.
Fonte: Correio do Minho
‘Douro Religioso’ é o nome do projecto que está ser elaborado com base no estudo do edificado religioso que se estende pela região, tendo sido fruto de uma candidatura ao programa ON.2 (Programa Operacional Regional do Norte) já aprovada.
“Além de darmos a conhecer o património religioso, com roteiros pedestres e com vias de acesso, irá ser criada também uma página na internet”, diz o presidente da direcção da Turel, acrescentando que serão dadas também informações aos visitantes através do recurso ao MP3.
O projecto, que que estará concluído em 2011, está para já em fase de inventariação do património, de forma a serem criadas, posteriormente, várias rotas de visita.
O cónego José Paulo Abreu deu conta ainda que a Turel continua a trabalhar na criação de uma rede mundial de turismo religioso “que implica a recolha de parceiros, de informações, a centralização de dados para uma base que permita criar, a nível mundial, esta rede do turismo religioso”.
Nesse sentido, o responsável da Turel afirma ainda que a cooperativa está a tentar encontrar novos mercados, novas potencialidades, avançando a hipótese de ser criado um novo mercado com os polacos.
Fonte: Correio do Minho
20 fevereiro 2010
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