A tendência « low-cost » está definitivamente instalada no sector imobiliário.
Agora, o grupo industrial Tata lança uma casa com um valor difícil de combater pela concorrência: 509 euros.
A empresa indiana Tata anunciou a comercialização de uma casa de 20 m² por 509 € (ou 32 000 rupias), como sendo a casa mais barata do mundo.
A empresa já tinha fabricado o carro mais barato do mundo em 2009, o Nano. Contudo, as vendas desiludiram devido aos problemas relacionados com a segurança.
Com esta nova casa, pretende-se fornecer habitações nas zonas mais pobres do país.
O governo indiano e a empresa ainda estão em negociações, já que as autoridades do país consideram ser necessário a construção de milhões de habitações.
As casas da Tata são pré-fabricadas e demoram sete dias a ficar prontas.
O modelo está a ser testado e deve chegar ao mercado no próximo ano, segundo a agência noticiosa PTI. Além disso, será também construído uma outra versão de 30m2 com opções suplementares, como painéis solares e varanda.
Gamado, aqui.
Este novo produto vai revolucionar o turismo em todo o mundo, com a possibilidade da construção de resorts e outras estruturas turísticas low cost e permitir criar um novo fluxo de turistas pelo mundo fora.
Mostrar mensagens com a etiqueta Clipping. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Clipping. Mostrar todas as mensagens
21 julho 2011
08 maio 2011
True Portuguese!!
Em resposta à anunciada intenção da Finlândia não alinhar no empréstimo da União Europeia a Portugal, eis um vídeo capaz de levantar o moral de qualquer português. E onde não faltam umas quantas alfinetadas aos nossos amigos finlandeses...
29 março 2011
«O presidente do Turismo de Portugal é mentiroso»
O presidente da Associação Comercial do Porto (ACP), Rui Moreira, acusou, em declarações ao SOL, o presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão, de estar a mentir no caso da transferência da corrida Red Bull Air Race do Porto para Lisboa
A corrida de aviões organizada pela fabricante da bebida energética Red Bull realizou-se em 2007, 2008 e 2009 na cidade do Porto.
No entanto, no próximo ano a corrida vai ser transferida para o rio Tejo, em Lisboa, depois de as autarquias de Lisboa e de Oeiras chegarem a acordo com Red Bull. «O Dr. Luís Patrão está a mentir quando diz que a passagem da corrida para Lisboa não tem o apoio do Turismo de Portugal.
É mentiroso, não há outra designação», disse Rui Moreira. «O Turismo de Portugal esteve envolvido e negociações com as autarquias que agora vão receber o evento, ao contrário do que o Dr. Luís Patrão tem afirmado». As declarações do presidente da ACP vêm no seguimento dos esclarecimento que o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, deu hoje de manhã aos jornalistas. «A única instituição pública que patrocinou a prova no ano passado foi o Instituto de Turismo de Portugal (?) que já disse este ano que não vai dar nem mais um cêntimo do que financiou no ano passado, os 500 mil euros.
No entanto, no próximo ano a corrida vai ser transferida para o rio Tejo, em Lisboa, depois de as autarquias de Lisboa e de Oeiras chegarem a acordo com Red Bull. «O Dr. Luís Patrão está a mentir quando diz que a passagem da corrida para Lisboa não tem o apoio do Turismo de Portugal.
É mentiroso, não há outra designação», disse Rui Moreira. «O Turismo de Portugal esteve envolvido e negociações com as autarquias que agora vão receber o evento, ao contrário do que o Dr. Luís Patrão tem afirmado». As declarações do presidente da ACP vêm no seguimento dos esclarecimento que o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, deu hoje de manhã aos jornalistas. «A única instituição pública que patrocinou a prova no ano passado foi o Instituto de Turismo de Portugal (?) que já disse este ano que não vai dar nem mais um cêntimo do que financiou no ano passado, os 500 mil euros.
22 março 2011
Associação Portuguesa de Resorts
Foi ontem constituída a Associação Portuguesa de Resorts (APR), uma associação que pretende promover Portugal como destino de Turismo Residencial e que conta com a adesão de 25 resorts nacionais.
A nova associação pretende desenvolver o Turismo Residencial e promove-lo no mercado internacional, nomeamente o de elevada qualidade, traçando uma estratégia coerente para um dos 10 pontos-chave do Turismo português, de acordo com o Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT).
“A concentração de esforços no desenvolvimento de uma estratégia coerente para o sector será muito importante para posicionar Portugal como um destino de eleição no Turismo Residencial e contribuirá para o crescimento e sucesso dos vários projectos que constituem a oferta do país nesta matéria”, considera Rui d´Ávila, administrador da Sonae Turismo, que integra a nova associação através do empreendimento troiaresort.
Com a constituição da APR vai ser possível “conjugar sinergias” e “enfrentar os desafios dos próximos anos”, considera a Sonae Turismo, destacando a legislação específica, a promoção internacional e as questões fiscais como alguns dos desafios que o Turismo Residencial vai enfrentar no futuro.
A APR foi constituída ontem, num encontro que decorreu nas instalações do escritório de advogados Uría Menéndez, em Lisboa, e que contou com a presença de representantes dos empreendimentos que integram a associação.
Gamado, aqui.
A nova associação pretende desenvolver o Turismo Residencial e promove-lo no mercado internacional, nomeamente o de elevada qualidade, traçando uma estratégia coerente para um dos 10 pontos-chave do Turismo português, de acordo com o Plano Estratégico Nacional do Turismo (PENT).
“A concentração de esforços no desenvolvimento de uma estratégia coerente para o sector será muito importante para posicionar Portugal como um destino de eleição no Turismo Residencial e contribuirá para o crescimento e sucesso dos vários projectos que constituem a oferta do país nesta matéria”, considera Rui d´Ávila, administrador da Sonae Turismo, que integra a nova associação através do empreendimento troiaresort.
Com a constituição da APR vai ser possível “conjugar sinergias” e “enfrentar os desafios dos próximos anos”, considera a Sonae Turismo, destacando a legislação específica, a promoção internacional e as questões fiscais como alguns dos desafios que o Turismo Residencial vai enfrentar no futuro.
A APR foi constituída ontem, num encontro que decorreu nas instalações do escritório de advogados Uría Menéndez, em Lisboa, e que contou com a presença de representantes dos empreendimentos que integram a associação.
Gamado, aqui.
16 março 2011
Pousadas de Portugal facturaram 33,3 milhões de euros em 2010
A facturação das Pousadas de Portugal, controladas pelo Grupo Pestana, divide-se entre alojamento e restauração. Representa um aumento de quase 5 % em relação a 2009. Contudo, ainda há prejuízos.
Em 2010, o mercado internacional registou um aumento de cerca de 20 %, ultrapassando os valores do mercado nacional, que decresceu 7 %.
Os resultados líquidos foram negativos, apesar de os resultados operacionais terem sido entre 3,5 milhões e 4 milhões de euros, atingindo um valor semelhante ao de 2008. Segundo Castelão Costa, presidente do Grupo Pestana Pousadas (GPP), a previsão de crescimento para 2011 é de 7 %.
Uma das consequências destes valores é a paragem na internacionalização, que deixa os projectos em stand-by. Os principais mercados internacionais das Pousadas de Portugal são Espanha, Alemanha, Inglaterra, Holanda e Estados Unidos da América. Em 2010, a Pousada do Palácio do Freixo, no Porto, foi a mais rentável, representando um importante papel no acréscimo de vendas.
Foi o primeiro ano de completa operação, já que esteve aberta ao público durante apenas três meses em 2009. No lado oposto, estão as pousadas de Elvas, Alvito e Alijó. Contudo, não há a previsão de encerramento de nenhuma pousada para este ano.
As pousadas históricas continuam a ser as mais importantes e a sazonalidade ainda se nota (sobretudo ao fim de semana). Castelão Costa anunciou ainda três novos projectos, com novas pousadas no Terreiro do Paço, Covilhã e Cidadela.
O gestor comunicou também que o site das Pousadas de Portugal estará brevemente disponível em francês.
Gamado, aqui.
Os resultados líquidos foram negativos, apesar de os resultados operacionais terem sido entre 3,5 milhões e 4 milhões de euros, atingindo um valor semelhante ao de 2008. Segundo Castelão Costa, presidente do Grupo Pestana Pousadas (GPP), a previsão de crescimento para 2011 é de 7 %.
Uma das consequências destes valores é a paragem na internacionalização, que deixa os projectos em stand-by. Os principais mercados internacionais das Pousadas de Portugal são Espanha, Alemanha, Inglaterra, Holanda e Estados Unidos da América. Em 2010, a Pousada do Palácio do Freixo, no Porto, foi a mais rentável, representando um importante papel no acréscimo de vendas.
Foi o primeiro ano de completa operação, já que esteve aberta ao público durante apenas três meses em 2009. No lado oposto, estão as pousadas de Elvas, Alvito e Alijó. Contudo, não há a previsão de encerramento de nenhuma pousada para este ano.
As pousadas históricas continuam a ser as mais importantes e a sazonalidade ainda se nota (sobretudo ao fim de semana). Castelão Costa anunciou ainda três novos projectos, com novas pousadas no Terreiro do Paço, Covilhã e Cidadela.
O gestor comunicou também que o site das Pousadas de Portugal estará brevemente disponível em francês.
Gamado, aqui.
26 fevereiro 2011
ART Açores quer mais turistas no Grupo Central e Ocidental
A Associação Regional de Turismo (ART) dos Açores quer mais turistas a visitar as ilhas dos Grupos Central e Ocidental, tendo em conta que 60% dos visitantes elegem São Miguel como destino turístico no arquipélago. O objectivo foi ontem comunicado por José Toste, director executivo da ART, na BTL, que anunciou um investimento de cerca de 600 mil euros para a qualificação da oferta cultural das cinco ilhas do Grupo Central e das duas ilhas do Grupo Ocidental.
A ART pretende trabalhar para captar o interesse dos potenciais turistas a visitar as restantes ilhas do arquipélago - em 2010, os Açores receberam 350 mil turistas, o correspondente a 1.04 milhões de dormidas - sobretudo através de um programa estival onde predominam os concertos musicais, as feiras gastronómicas e taurinasl. E, assim, aumentar a média de permanência nestas ilhas de 2.3 para 3.5 dias.
Segundo o responsável, a estratégia passa ainda por apostar na promoção da região em mercados estratégicos na Europa e, ainda, nos EUA e Canadá, não só pela sua proximidade, mas também pelo facto de haver uma grande comunidade de emigrantes.
Outro projecto importante será a abertura de três novos Quiosques de Turismo em duas ilhas do grupo Ocidental, que disponibilizam os serviços prestados pelas empresas de animação turística e comercializam produtos artesanais e gastronómicos.
Gamado, aqui.
A ART pretende trabalhar para captar o interesse dos potenciais turistas a visitar as restantes ilhas do arquipélago - em 2010, os Açores receberam 350 mil turistas, o correspondente a 1.04 milhões de dormidas - sobretudo através de um programa estival onde predominam os concertos musicais, as feiras gastronómicas e taurinasl. E, assim, aumentar a média de permanência nestas ilhas de 2.3 para 3.5 dias.
Segundo o responsável, a estratégia passa ainda por apostar na promoção da região em mercados estratégicos na Europa e, ainda, nos EUA e Canadá, não só pela sua proximidade, mas também pelo facto de haver uma grande comunidade de emigrantes.
Outro projecto importante será a abertura de três novos Quiosques de Turismo em duas ilhas do grupo Ocidental, que disponibilizam os serviços prestados pelas empresas de animação turística e comercializam produtos artesanais e gastronómicos.
Gamado, aqui.
24 fevereiro 2011
Exportações do turismo deverão chegar aos 15,8% em 2015
O presidente do
Turismo de Portugal, Luís Patrão, recordou o crescimento do turismo
nacional em 2010 e as perspectivas para o corrente ano.
A revisão do Plano Estratégico Nacional do Turismo passa a prever uma meta de 15,8% para as exportações do sector. O Secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, referiu que o objectivo é continuar a crescer, sem no entanto referir quais as novas metas para o contributo do turismo para o PIB, nem para o emprego, como previa a anterior versão do PENT.
Gamado, aqui.
Oeste atrai senhoras
O Portugal Ladies Open poderá ficar no CampoReal, em Torres Vedras,
até 2012. É essa a vontade de todas as entidades envolvidas. "Estamos em
conversações para ver se o torneio se mantém aqui por três anos e
pretendemos que não saia do Oeste", disse António Carneiro, presidente
do Turismo Oeste.
O Turismo de Portugal, principal patrocinador dos quatro torneios de golfe portugueses a contar para rankings mundiais, optou desde 2007 por distribuir eventos por regiões nacionais de fama internacional no específico mercado do turismo de golfe.
O Portugal Masters, de três milhões de euros, promove o Algarve; o Open de Portugal, de um milhão de euros, publicita o Estoril; o Madeira Islands Open BPI Portugal, de 700 mil euros, mostra os belos campos daquela região autónoma; e o Portugal Ladies Open, de 200 mil euros, fixou-se no Oeste pelo segundo ano seguido, depois de em 2009 se ter disputado no Golden Eagle, em Rio Maior.
'Somos a terceira região turística de golfe do País, depois do Algarve e do Estoril, e por isso merecemos este torneio', sublinhou também António Carneiro, que explicou a necessidade 'de um hotel de cinco estrelas para receber uma competição desta envergadura', pelo que, neste momento, só o CampoReal pode acolhê-la, mas já se espera 'pelo Hilton no Bom Sucesso, para onde o torneio poderá transitar no futuro'.
Na relação custo-benefício, o Portugal Ladies Open é o torneio de golfe português que mais retorno mediático dá ao País. O seu orçamento ronda apenas os 300 mil euros, 200 mil dos quais em prémios monetários, e a sua cobertura televisiva internacional, no somatório de notícias diárias, compactos diários e compacto semanal, atinge os 300 milhões de lares em todo o Mundo, com um retorno calculado em 3,5 milhões de euros.
Para ler o artigo completo, clique aqui.
O Turismo de Portugal, principal patrocinador dos quatro torneios de golfe portugueses a contar para rankings mundiais, optou desde 2007 por distribuir eventos por regiões nacionais de fama internacional no específico mercado do turismo de golfe.
O Portugal Masters, de três milhões de euros, promove o Algarve; o Open de Portugal, de um milhão de euros, publicita o Estoril; o Madeira Islands Open BPI Portugal, de 700 mil euros, mostra os belos campos daquela região autónoma; e o Portugal Ladies Open, de 200 mil euros, fixou-se no Oeste pelo segundo ano seguido, depois de em 2009 se ter disputado no Golden Eagle, em Rio Maior.
'Somos a terceira região turística de golfe do País, depois do Algarve e do Estoril, e por isso merecemos este torneio', sublinhou também António Carneiro, que explicou a necessidade 'de um hotel de cinco estrelas para receber uma competição desta envergadura', pelo que, neste momento, só o CampoReal pode acolhê-la, mas já se espera 'pelo Hilton no Bom Sucesso, para onde o torneio poderá transitar no futuro'.
Na relação custo-benefício, o Portugal Ladies Open é o torneio de golfe português que mais retorno mediático dá ao País. O seu orçamento ronda apenas os 300 mil euros, 200 mil dos quais em prémios monetários, e a sua cobertura televisiva internacional, no somatório de notícias diárias, compactos diários e compacto semanal, atinge os 300 milhões de lares em todo o Mundo, com um retorno calculado em 3,5 milhões de euros.
Para ler o artigo completo, clique aqui.
Turismo em Crise na Terceira
A ilha Terceira foi a única do arquipélago a perder camas no último ano, passando de 1.603 (quase 20% do total regional) para 1.316 (cerca de 16,3% do total).
Ao contrário da tendência do arquipélago, que registou até Novembro uma ligeira subida no número de dormidas, de cerca de 3,3%, na Terceira verificou-se uma redução de 6,8% (menos cerca de 9 mil dormidas).
E em 2010, a percentagem de dormidas na Terceira foi de apenas 12,6% do total regional, o que está abaixo da sua percentagem de camas.
Mas existe um número “escondido” que pode ser o pior de tudo: o alegado turismo na Terceira é composto por 74% de portugueses, enquanto que a média regional é de 48%. Qual é o perigo desse número? É que ele encerra um turismo que não é propriamente turismo – é sobretudo composto por profissionais do continente que visitam a ilha em trabalho. A baixíssima média de dormidas não esconde o problema: apenas 2,3 noites por português (a média regional é igualmente de 2,4%, claramente fruto da inflação do “turismo trabalhador”). Bem mais grave é o que se passa com os estrangeiros, que revelam uma média de apenas 2,8 noites por hóspede (quando a média regional é de 3,9, mesmo com a descida verificada no espaço de um ano). Mas talvez mais preocupante ainda o resultado de uma reunião que aconteceu ontem entre empresários do sector e o Governo. Mantida ao abrigo da comunicação social, o seu resultado deixou diversos operadores boquiabertos.
A primeira reacção pública de Vasco Cordeiro, através da Antena 1 foi que “não é a questão do destino turístico “Terceira”, é sobretudo o produto; e quanto mais nós conseguirmos identificar determinados produtos com a ilha, com esse destino, mais fácil se tornará essa comercialização, ou essa promoção; há a necessidade de reforçarmos a identificação destes produtos como estando presentes na ilha Terceira; e isso facilitará também a forma como podemos vender”.
Depois, as declarações de Sandro Paim, presidente da Câmara de Comércio da Terceira (e por inerência dos Açores), ele próprio um empresário ligado ao sector: “A Terceira terá necessidade de desenvolver um trabalho forte a esse nível; a Associação do Turismo dos Açores, a Câmara do Comércio, terão de fazer um esforço para consertar esforços, para produtos como a cidade património, a vertente subaquática arqueológica, aspectos mais virados para a indústria cultural; acreditamos que a Terceira tem um potencial a este nível”.
E um pouco mais tarde, através do GACS, a visão do Governo desses “produtos” era ainda mais restrita, senão contraditória, anunciando “um conjunto de iniciativas destinadas a estimular o sector do turismo na ilha Terceira e a aumentar o fluxo de turistas para aquela ilha”, que segundo Vasco Cordeiro quase se resume ao do Golfe: “eventos que o ano passado não se realizaram nesta ilha, mas que se vão realizar este ano, nomeadamente a realização de algumas competições relacionadas com esta modalidade”.
Outra ideia: “na área dos desportos náuticos a intenção do Governo é a de criar condições para que este possa ser também um produto turístico mais associado à ilha Terceira, estando prevista a realização, em 2011, de duas competições, uma delas internacional, em bodyboard, e que serão apoiadas exactamente com o objectivo de reforçar a componente deste produto”.
E a declaração final que “o Secretário Regional da Economia está convicto de que com este conjunto de acções será possível ultrapassar os desafios com que nos confrontamos, no sentido de conseguir uma maior captação de fluxos turísticos para a ilha Terceira, por exemplo, através de uma maior rentabilização das ligações directas com Madrid e Amesterdão, bem como através de uma aposta nas ligações com o continente português de forma que permita captar, por exemplo, o mercado do norte de Espanha”.
Por outras palavras, a crise do turismo na Terceira parece ainda nem ter chegado à fase do prognóstico...
FONTE: Diário dos Açores
Mas existe um número “escondido” que pode ser o pior de tudo: o alegado turismo na Terceira é composto por 74% de portugueses, enquanto que a média regional é de 48%. Qual é o perigo desse número? É que ele encerra um turismo que não é propriamente turismo – é sobretudo composto por profissionais do continente que visitam a ilha em trabalho. A baixíssima média de dormidas não esconde o problema: apenas 2,3 noites por português (a média regional é igualmente de 2,4%, claramente fruto da inflação do “turismo trabalhador”). Bem mais grave é o que se passa com os estrangeiros, que revelam uma média de apenas 2,8 noites por hóspede (quando a média regional é de 3,9, mesmo com a descida verificada no espaço de um ano). Mas talvez mais preocupante ainda o resultado de uma reunião que aconteceu ontem entre empresários do sector e o Governo. Mantida ao abrigo da comunicação social, o seu resultado deixou diversos operadores boquiabertos.
A primeira reacção pública de Vasco Cordeiro, através da Antena 1 foi que “não é a questão do destino turístico “Terceira”, é sobretudo o produto; e quanto mais nós conseguirmos identificar determinados produtos com a ilha, com esse destino, mais fácil se tornará essa comercialização, ou essa promoção; há a necessidade de reforçarmos a identificação destes produtos como estando presentes na ilha Terceira; e isso facilitará também a forma como podemos vender”.
Depois, as declarações de Sandro Paim, presidente da Câmara de Comércio da Terceira (e por inerência dos Açores), ele próprio um empresário ligado ao sector: “A Terceira terá necessidade de desenvolver um trabalho forte a esse nível; a Associação do Turismo dos Açores, a Câmara do Comércio, terão de fazer um esforço para consertar esforços, para produtos como a cidade património, a vertente subaquática arqueológica, aspectos mais virados para a indústria cultural; acreditamos que a Terceira tem um potencial a este nível”.
E um pouco mais tarde, através do GACS, a visão do Governo desses “produtos” era ainda mais restrita, senão contraditória, anunciando “um conjunto de iniciativas destinadas a estimular o sector do turismo na ilha Terceira e a aumentar o fluxo de turistas para aquela ilha”, que segundo Vasco Cordeiro quase se resume ao do Golfe: “eventos que o ano passado não se realizaram nesta ilha, mas que se vão realizar este ano, nomeadamente a realização de algumas competições relacionadas com esta modalidade”.
Outra ideia: “na área dos desportos náuticos a intenção do Governo é a de criar condições para que este possa ser também um produto turístico mais associado à ilha Terceira, estando prevista a realização, em 2011, de duas competições, uma delas internacional, em bodyboard, e que serão apoiadas exactamente com o objectivo de reforçar a componente deste produto”.
E a declaração final que “o Secretário Regional da Economia está convicto de que com este conjunto de acções será possível ultrapassar os desafios com que nos confrontamos, no sentido de conseguir uma maior captação de fluxos turísticos para a ilha Terceira, por exemplo, através de uma maior rentabilização das ligações directas com Madrid e Amesterdão, bem como através de uma aposta nas ligações com o continente português de forma que permita captar, por exemplo, o mercado do norte de Espanha”.
Por outras palavras, a crise do turismo na Terceira parece ainda nem ter chegado à fase do prognóstico...
FONTE: Diário dos Açores
22 fevereiro 2011
Madeira anuncia nova imagem
O Turismo da Madeira apresentará a renovação da sua imagem para o mercado nacional na 23ª edição da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), a realizar-se entre 23 e 27 de Fevereiro na FIL, Parque das Nações.
Durante a feira, a Secretaria Regional do Turismo da Madeira / Direcção Regional do Turismo desenvolverá passatempos e actividades lúdicas de animação destacando a gastronomia, o vinho, o artesanato, as flores e os bordados tipicamente madeirenses.
Diariamente, decorrerá o desfile alegórico “Madeira em Festa”, assim como degustações das propostas gastronómicas de Vinho Madeira preparadas pelos chefes Octávio Barbosa, Francisco Quintal, Carlos Magno, Octávio Freitas e Yves Gautier. Incorporando expositores do trade madeirense, entre os quais os Aeroportos da Madeira - ANAM e a cadeia hoteleira Four Views Hotels, o stand da Madeira pode ser encontrado no Pavilhão 1, ocupando uma área de 750m2.
Gamado, aqui.
Durante a feira, a Secretaria Regional do Turismo da Madeira / Direcção Regional do Turismo desenvolverá passatempos e actividades lúdicas de animação destacando a gastronomia, o vinho, o artesanato, as flores e os bordados tipicamente madeirenses.
Diariamente, decorrerá o desfile alegórico “Madeira em Festa”, assim como degustações das propostas gastronómicas de Vinho Madeira preparadas pelos chefes Octávio Barbosa, Francisco Quintal, Carlos Magno, Octávio Freitas e Yves Gautier. Incorporando expositores do trade madeirense, entre os quais os Aeroportos da Madeira - ANAM e a cadeia hoteleira Four Views Hotels, o stand da Madeira pode ser encontrado no Pavilhão 1, ocupando uma área de 750m2.
Gamado, aqui.
31 janeiro 2011
«Tavira Sailing» vai ser apresentado em Lisboa
O Clube Náutico de Tavira promove no próximo dia 9 de Fevereiro, em Lisboa, uma conferência de imprensa que servirá para apresentar o projecto «Tavira Sailing», que transformará o destino turístico de Tavira “na capital portuguesa de vela” em 2011.
De Março a Julho de 2011, os melhores velejadores do Mundo vão passar pela cidade de Tavira, no decorrer de uma série de campeonatos e regatas de nível nacional, ibérico e internacional, promovidas pelo Tavira Sailing. A apresentação do projecto contará com a presença do presidente do Clube Náutico de Tavira, Guilherme Ferreira, e do presidente da Câmara Municipal de Tavira, Jorge Botelho.
A conferência de imprensa, que decorrerá no Hotel Vila Galé Ópera, contará também com o apoio da Federação Portuguesa de Vela, da Associação Portuguesa de Classe 420 e da Associação Portuguesa de Classe Internacional Optimist.
Gamado,aqui.
De Março a Julho de 2011, os melhores velejadores do Mundo vão passar pela cidade de Tavira, no decorrer de uma série de campeonatos e regatas de nível nacional, ibérico e internacional, promovidas pelo Tavira Sailing. A apresentação do projecto contará com a presença do presidente do Clube Náutico de Tavira, Guilherme Ferreira, e do presidente da Câmara Municipal de Tavira, Jorge Botelho.
A conferência de imprensa, que decorrerá no Hotel Vila Galé Ópera, contará também com o apoio da Federação Portuguesa de Vela, da Associação Portuguesa de Classe 420 e da Associação Portuguesa de Classe Internacional Optimist.
Gamado,aqui.
Aeroporto de Faro ganha hotel
É o primeiro no país e deverá ser inaugurado no final de 2013. Com 100 quartos, vai nascer no aeroporto de Faro uma unidade hoteleira de três estrelas, para dar abrigo aos turistas que por ali passam.
Em declarações ao Publituris, Mário Vicente, assessor da TAVFER, SGPS, SA, holding à qual pertence a FTP Hotels, promotora do projecto, revelou que a nova unidade terá 98 quartos e duas suites, espalhados por dois andares, enquanto o rés-do-chão é dedicado à recepção, restaurante e zonas de lazer, assim como um hall onde estará um monitor com informações, em tempo real, das partidas e chegadas ao aeroporto do Sul do País.
O investimento neste projecto é de sete milhões de euros, indicou Mário Vicente, precisando que o hotel será construído “junto ao parque de estacionamento do aeroporto, ao lado do posto de combustível”, e que funcionará como “ uma passagem para um certo número de pessoas que utilizam Faro como a sua porta de entrada ou saída da Europa”, nomeadamente: homens de negócios, turistas espanhóis e passageiros ‘low cost’.
Gamado, aqui.
Em declarações ao Publituris, Mário Vicente, assessor da TAVFER, SGPS, SA, holding à qual pertence a FTP Hotels, promotora do projecto, revelou que a nova unidade terá 98 quartos e duas suites, espalhados por dois andares, enquanto o rés-do-chão é dedicado à recepção, restaurante e zonas de lazer, assim como um hall onde estará um monitor com informações, em tempo real, das partidas e chegadas ao aeroporto do Sul do País.
O investimento neste projecto é de sete milhões de euros, indicou Mário Vicente, precisando que o hotel será construído “junto ao parque de estacionamento do aeroporto, ao lado do posto de combustível”, e que funcionará como “ uma passagem para um certo número de pessoas que utilizam Faro como a sua porta de entrada ou saída da Europa”, nomeadamente: homens de negócios, turistas espanhóis e passageiros ‘low cost’.
Gamado, aqui.
22 janeiro 2011
Turismo de Portugal vence prémio de Melhor Stand na Fitur
Stand criado pela Multilem para o Turismo de Portugal na Fitur venceu o Prémio de melhor stand na importante Feira de Turismo em Madrid. O Prémio destaca o stand português entre 166 países e regiões.
Com esta distinção, a Multilem conquista assim mais um prémio com um Stand do Turismo de Portugal apenas dois meses, depois de já ter sido reconhecido em Londres na World Trade Market, uma das feiras mais importantes do sector do Turismo.
O stand, com cerca de 1000 metros quadrados, tem como mote "Prove Portugal" e como objectivo “envolver o visitante, comunicando a riqueza da gastronomia portuguesa, a sua modernidade e sofisticação”, explica a Multilem. No stand foi recriado um restaurante que gira em torno do balcão "Prove Portugal", tendo sido instaladas, de cada lado do balcão, mesas onde estão impressos pratos da Bordalo Pinheiro, assim como talheres e copos, e os menus espalhados pela mesa dão a conhecer a "sugestão do chef".
As mesas são decoradas com peças Bordalo Pinheiro dentro de uma redoma de acrílico e a cerâmica Bordalo Pinheiro vai ainda estar exposta num painel como fundo de todo este cenário. No balcão central "Prove Portugal" vão estar chefs portugueses num showcooking, onde a cataplana será rainha, assim como um barman a criar cocktails para os visitantes. Na decoração do stand, além dos quadros artísticos a promover a importância do peixe na cultura portuguesa, está presente uma escultura de Joana Vasconcelos, um gelado de 3 metros feitos com peças relacionadas com a praia.
Fonte: Multilem
O stand, com cerca de 1000 metros quadrados, tem como mote "Prove Portugal" e como objectivo “envolver o visitante, comunicando a riqueza da gastronomia portuguesa, a sua modernidade e sofisticação”, explica a Multilem. No stand foi recriado um restaurante que gira em torno do balcão "Prove Portugal", tendo sido instaladas, de cada lado do balcão, mesas onde estão impressos pratos da Bordalo Pinheiro, assim como talheres e copos, e os menus espalhados pela mesa dão a conhecer a "sugestão do chef".
As mesas são decoradas com peças Bordalo Pinheiro dentro de uma redoma de acrílico e a cerâmica Bordalo Pinheiro vai ainda estar exposta num painel como fundo de todo este cenário. No balcão central "Prove Portugal" vão estar chefs portugueses num showcooking, onde a cataplana será rainha, assim como um barman a criar cocktails para os visitantes. Na decoração do stand, além dos quadros artísticos a promover a importância do peixe na cultura portuguesa, está presente uma escultura de Joana Vasconcelos, um gelado de 3 metros feitos com peças relacionadas com a praia.
Fonte: Multilem
18 janeiro 2011
Madeira aposta na promoção através da Internet e redes sociais
A Madeira quer apostar "fortemente" na promoção turística do destino
na Internet e nas redes sociais, numa estratégia também virada para os
mercados brasileiro e norte-americano, anunciou hoje a directora do
Turismo da região.
Raquel França falava numa conferência de imprensa no Funchal que contou com a presença da secretária regional do Turismo, Conceição Estudante, e a responsável pela Associação de Promoção, Cátia Carvalho.
O incremento da promoção via Internet terá como base o lançamento do novo site em Fevereiro, adiantou.
"Além dos mercados emergentes - casos do Reino Unido e Alemanha que estão a dar indícios de recuperação - iremos fazer campanha no Brasil e EUA, porque estamos a virar-nos um bocadinho para outros mercados, não só para a parte de congressos e incentivos, mas também para trazer turistas desses destinos", disse.
Esta responsável acrescentou que a campanha será efectuada através das denominadas fun trips e press trips que visam fazer com que as pessoas tenham vontade de conhecer a Madeira in loco, visto que "a melhor forma de mostrar a Madeira é vir à Madeira".
Anunciou que será também lançado este ano o novo concurso para o Plano de Ordenamento Turístico, porque o actual termina em 2012, "sendo necessário definir as orientações para depois deste ano".
Destacou ainda que, em termos de animação, a Direcção Regional de Turismo pretende lançar um novo evento, o Madeira Nature Festival em Outubro, com o objectivo de "quebrar a sazonalidade do destino Madeira", sendo uma iniciativa "dedicada à natureza, às actividades ao ar livre, no mar, em terra e no ar" que será promovido na próxima Bolsa de Turismo de Lisboa.
Gamado, aqui.
Raquel França falava numa conferência de imprensa no Funchal que contou com a presença da secretária regional do Turismo, Conceição Estudante, e a responsável pela Associação de Promoção, Cátia Carvalho.
O incremento da promoção via Internet terá como base o lançamento do novo site em Fevereiro, adiantou.
"Além dos mercados emergentes - casos do Reino Unido e Alemanha que estão a dar indícios de recuperação - iremos fazer campanha no Brasil e EUA, porque estamos a virar-nos um bocadinho para outros mercados, não só para a parte de congressos e incentivos, mas também para trazer turistas desses destinos", disse.
Esta responsável acrescentou que a campanha será efectuada através das denominadas fun trips e press trips que visam fazer com que as pessoas tenham vontade de conhecer a Madeira in loco, visto que "a melhor forma de mostrar a Madeira é vir à Madeira".
Anunciou que será também lançado este ano o novo concurso para o Plano de Ordenamento Turístico, porque o actual termina em 2012, "sendo necessário definir as orientações para depois deste ano".
Destacou ainda que, em termos de animação, a Direcção Regional de Turismo pretende lançar um novo evento, o Madeira Nature Festival em Outubro, com o objectivo de "quebrar a sazonalidade do destino Madeira", sendo uma iniciativa "dedicada à natureza, às actividades ao ar livre, no mar, em terra e no ar" que será promovido na próxima Bolsa de Turismo de Lisboa.
Gamado, aqui.
03 janeiro 2011
O Turismo de Portugal vai reduzir os apoios financeiros
É um corte que pode ameaçar a realização de dois dos eventos que mais impactos têm na economia madeirense, na promoção do turismo da natureza e em concreto do nicho do golfe, bem como no fomento ao consumo interno, como só o Rali Vinho Madeira é capaz.
O Turismo de Portugal vai reduzir os apoios financeiros aos grandes eventos desportivos que se realizam em Portugal, cortes que vão atingir o Open da Madeira de Golfe e o Rali Vinho Madeira. A informação foi veiculada pela RDP-Madeira, a partir de uma entrevista de Bernardo Trindade, o madeirense que é Secretário de Estado do Turismo.
Ainda sem ter fechado o valor do corte, o DIÁRIO apurou junto do Turismo de Portugal que este será transversal a todas as rubricas do orçamento, sendo expectável que os apoios venham a ser reduzidos em 25%. Nesta entrevista, Bernardo Trindade fez questão de reiterar que "a solidariedade do Governo da República vai manter-se", lembrando que a nível nacional haverá eventos que vão deixar de receber apoios, o que não vai acontecer no caso da Madeira. Um corte surpreendente
Este anúncio surpreendeu os dirigentes madeirenses, já que o Instituto do Turismo de Portugal viu o seu orçamento reforçado, para 2011, com mais 38 milhões de euros - para 250 milhões de euros - com a missão de reforçar a promoção, através de um novo modelo de promoção regional externa, do novo portal internacional de turismo (visitportugal.com) e do portal de golfe. Por outro lado, o fim do Open de Portugal poderia beneficiar a Madeira, mas a opção terá sido reforçar o Masters de Golfe, que passa a ter um maior 'prize-money'. O apoio do Turismo de Portugal reveste-se de importância determinante na concretização destes eventos, já que no caso do torneio de golfe o apoio garante cerca de 30% da verba necessária para a organização. No caso do Rali Vinho Madeira, a comparticipação do Estado cobre apenas 10% das despesas.
Os dois eventos da Madeira absorviam 7% dos apoios previstos na linha 2 do Programa de Intervenção Turística do Governo da República. Governo Regional vai garantir 1,3 milhões de euros para o Rali e Open da Madeira de golfe Os principais responsáveis pelos dois eventos declinaram fazer qualquer comentário, pois como adiantaram não sabem oficialmente qual o desfecho das candidaturas. Paulo Fontes, o presidente da Comissão Organizadora do Rali Vinho Madeira, foi o mais expansivo, admitindo que "qualquer que seja o corte, nesta altura é muito difícil encontrar um parceiro privado que compense".
Já o Governo Regional vai garantir os mesmos 638 mil euros que tem vindo a atribuir ao rali - que custa cerca de um milhão de euros - não só porque este garante uma promoção da Madeira à escala internacional, como dinamiza um consumo interno importante para diversos sectores da actividade. No que respeita ao Open da Madeira de Golfe, o Orçamento Regional reservou os mesmos 700 mil euros atribuídos o ano passado, uma verba que acautela o essencial dos custos -1,2 milhões de euros - se considerarmos que o Turismo de Portugal vai garantir 240 mil euros.
Gamado, aqui.
O Turismo de Portugal vai reduzir os apoios financeiros aos grandes eventos desportivos que se realizam em Portugal, cortes que vão atingir o Open da Madeira de Golfe e o Rali Vinho Madeira. A informação foi veiculada pela RDP-Madeira, a partir de uma entrevista de Bernardo Trindade, o madeirense que é Secretário de Estado do Turismo.
Ainda sem ter fechado o valor do corte, o DIÁRIO apurou junto do Turismo de Portugal que este será transversal a todas as rubricas do orçamento, sendo expectável que os apoios venham a ser reduzidos em 25%. Nesta entrevista, Bernardo Trindade fez questão de reiterar que "a solidariedade do Governo da República vai manter-se", lembrando que a nível nacional haverá eventos que vão deixar de receber apoios, o que não vai acontecer no caso da Madeira. Um corte surpreendente
Este anúncio surpreendeu os dirigentes madeirenses, já que o Instituto do Turismo de Portugal viu o seu orçamento reforçado, para 2011, com mais 38 milhões de euros - para 250 milhões de euros - com a missão de reforçar a promoção, através de um novo modelo de promoção regional externa, do novo portal internacional de turismo (visitportugal.com) e do portal de golfe. Por outro lado, o fim do Open de Portugal poderia beneficiar a Madeira, mas a opção terá sido reforçar o Masters de Golfe, que passa a ter um maior 'prize-money'. O apoio do Turismo de Portugal reveste-se de importância determinante na concretização destes eventos, já que no caso do torneio de golfe o apoio garante cerca de 30% da verba necessária para a organização. No caso do Rali Vinho Madeira, a comparticipação do Estado cobre apenas 10% das despesas.
Os dois eventos da Madeira absorviam 7% dos apoios previstos na linha 2 do Programa de Intervenção Turística do Governo da República. Governo Regional vai garantir 1,3 milhões de euros para o Rali e Open da Madeira de golfe Os principais responsáveis pelos dois eventos declinaram fazer qualquer comentário, pois como adiantaram não sabem oficialmente qual o desfecho das candidaturas. Paulo Fontes, o presidente da Comissão Organizadora do Rali Vinho Madeira, foi o mais expansivo, admitindo que "qualquer que seja o corte, nesta altura é muito difícil encontrar um parceiro privado que compense".
Já o Governo Regional vai garantir os mesmos 638 mil euros que tem vindo a atribuir ao rali - que custa cerca de um milhão de euros - não só porque este garante uma promoção da Madeira à escala internacional, como dinamiza um consumo interno importante para diversos sectores da actividade. No que respeita ao Open da Madeira de Golfe, o Orçamento Regional reservou os mesmos 700 mil euros atribuídos o ano passado, uma verba que acautela o essencial dos custos -1,2 milhões de euros - se considerarmos que o Turismo de Portugal vai garantir 240 mil euros.
Gamado, aqui.
27 dezembro 2010
"COMPRO o que é nosso"
O projecto "COMPRO o que é nosso", desenvolvido pela Associação Empresarial de Portugal (AEP) conquistou meio milhar de empresas aderentes, que representam cerca de 1750 marcas e um volume de negócios agregado de 9,5 mil milhões de euros.
Hoje em dia, o sector alimentar está representado com 157 empresas - o que representa 31% das 500 empresas aderentes à iniciativa -, seguindo-se os sectores de têxtil, calçados e acessórios com 77 empresas, o sector metalomecânico com 57 empresas e os sectores de cerâmica e construção com 53 empresas.
É a região Norte do país que reúne mais de 50% das empresas aderentes a este projecto, que se concentram, sobretudo, nos distritos do Porto (21%) e Aveiro (17%). Contudo, assiste-se a uma subida acentuada da adesão de empresas da capital do país (18%).
Dos aderentes predominam as pequenas e médicas empresas com volumes de negócio inferiores a 2,5 milhões de euros (46%), as grandes empresas com volumes de negócio superiores a 7,5 milhões de euros (31%) e as médias empresas com volumes de negócio entre 2,5 e 7,5 milhões de euros (23%). O projecto “COMPRO o que é nosso” tenta apelar à consciência dos portugueses, com o objectivo destes comprarem o que é produzido em Portugal e, desta forma, contribuírem para a criação de emprego e para o desenvolvimento sustentado da nossa economia.
Gamado, aqui.
Hoje em dia, o sector alimentar está representado com 157 empresas - o que representa 31% das 500 empresas aderentes à iniciativa -, seguindo-se os sectores de têxtil, calçados e acessórios com 77 empresas, o sector metalomecânico com 57 empresas e os sectores de cerâmica e construção com 53 empresas.
É a região Norte do país que reúne mais de 50% das empresas aderentes a este projecto, que se concentram, sobretudo, nos distritos do Porto (21%) e Aveiro (17%). Contudo, assiste-se a uma subida acentuada da adesão de empresas da capital do país (18%).
Dos aderentes predominam as pequenas e médicas empresas com volumes de negócio inferiores a 2,5 milhões de euros (46%), as grandes empresas com volumes de negócio superiores a 7,5 milhões de euros (31%) e as médias empresas com volumes de negócio entre 2,5 e 7,5 milhões de euros (23%). O projecto “COMPRO o que é nosso” tenta apelar à consciência dos portugueses, com o objectivo destes comprarem o que é produzido em Portugal e, desta forma, contribuírem para a criação de emprego e para o desenvolvimento sustentado da nossa economia.
Gamado, aqui.
18 dezembro 2010
SATA disponibiliza passagens a 88,5 euros
“Neste novo esquema tarifário existem duas tarifas que dão origem a preços totais das passagens, de ida e volta, com taxas incluídas, inferiores a 100 euros”, afirmou António Gomes de Menezes, presidente da SATA.
As novas tarifas promocionais, que estarão disponíveis para venda a partir das 09:00 de domingo, permitem viagens de ida e volta entre os Açores e o continente a 88,5 euros, a 99,5 euros e a 146,5 euros, incluindo tarifas e taxas.
No caso da mais barata, a passagem tem que ser adquirida com uma antecedência de 21 dias, enquanto nas duas restantes tem que ser adquirida com uma antecedência de 14 dias.
Estas tarifas promocionais continuam a não ser reembolsáveis, mas apresentam agora como novidade o facto de poderem ser alteradas, mediante o pagamento de uma penalidade mínima de 100 euros.
António Gomes de Menezes assegurou que a SATA disponibilizará, “pelo menos, 60 mil lugares por ano” para estas tarifas promocionais, o que representa cerca de 10 por cento dos lugares disponíveis por rota, mas admitiu que esse valor pode subir conforme a resposta do mercado.
Estas tarifas promocionais destinam-se a residentes e estudantes, mas podem também ser adquiridas por não residentes nos Açores, ainda que Gomes de Menezes tenha salientado que “estão protegidos” os que residem no arquipélago, que terão preferência na aquisição das passagens a estes valores.
A SATA revelou também os novos valores das passagens aéreas entre os Açores e a Madeira, que serão de 88,41 euros, 99,41 euros e 146,41 euros nas tarifas promocionais.
FONTE: www.auniao.com
As novas tarifas promocionais, que estarão disponíveis para venda a partir das 09:00 de domingo, permitem viagens de ida e volta entre os Açores e o continente a 88,5 euros, a 99,5 euros e a 146,5 euros, incluindo tarifas e taxas.
No caso da mais barata, a passagem tem que ser adquirida com uma antecedência de 21 dias, enquanto nas duas restantes tem que ser adquirida com uma antecedência de 14 dias.
Estas tarifas promocionais continuam a não ser reembolsáveis, mas apresentam agora como novidade o facto de poderem ser alteradas, mediante o pagamento de uma penalidade mínima de 100 euros.
António Gomes de Menezes assegurou que a SATA disponibilizará, “pelo menos, 60 mil lugares por ano” para estas tarifas promocionais, o que representa cerca de 10 por cento dos lugares disponíveis por rota, mas admitiu que esse valor pode subir conforme a resposta do mercado.
Estas tarifas promocionais destinam-se a residentes e estudantes, mas podem também ser adquiridas por não residentes nos Açores, ainda que Gomes de Menezes tenha salientado que “estão protegidos” os que residem no arquipélago, que terão preferência na aquisição das passagens a estes valores.
A SATA revelou também os novos valores das passagens aéreas entre os Açores e a Madeira, que serão de 88,41 euros, 99,41 euros e 146,41 euros nas tarifas promocionais.
FONTE: www.auniao.com
15 dezembro 2010
Empresas do turismo obtêm estatuto de PME Excelência
Num universo de 1.100 empresas dos vários sectores de actividade, foi atribuído o Estatuto PME Excelência a 90 no sector do turismo, de acordo com o site do Turismo de Portugal. Entre as distinguidas, 42 são empreendimentos hoteleiros, 30 são estabelecimentos de restauração e bebidas, dez agências de viagem, cinco estabelecimentos de animação e três rent-a-car.
Lisboa foi a região destacada onde se reúnem mais empresas PME Excelência (22), seguida de Faro (19) e Porto (16).
“No seu conjunto, as empresas PME Excelência do Turismo geram 3.377 postos de trabalho directos e apresentam um volume de negócios de quase 203 milhões de euros em 2009. Com um activo líquido de 388,4 milhões de euros e capitais próprios de 208,9 milhões de euros, as PME Excelência do Turismo têm uma autonomia financeira média de 53,8%”.
A entrega dos prémios decorreu esta terça-feira, no Europarque, em Santa Maria da Feira, numa cerimónia presidida pelo ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, José Vieira da Silva.
Gamado, aqui.
Lisboa foi a região destacada onde se reúnem mais empresas PME Excelência (22), seguida de Faro (19) e Porto (16).
“No seu conjunto, as empresas PME Excelência do Turismo geram 3.377 postos de trabalho directos e apresentam um volume de negócios de quase 203 milhões de euros em 2009. Com um activo líquido de 388,4 milhões de euros e capitais próprios de 208,9 milhões de euros, as PME Excelência do Turismo têm uma autonomia financeira média de 53,8%”.
A entrega dos prémios decorreu esta terça-feira, no Europarque, em Santa Maria da Feira, numa cerimónia presidida pelo ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, José Vieira da Silva.
Gamado, aqui.
07 dezembro 2010
Neve afasta turistas
O forte nevão que caiu na passada semana deixou turistas na estrada e obrigou ao cancelamento de reservas nos diversos hotéis da Turistrela.
Segundo o director geral da empresa concessionária do turismo na Serra da Estrela é inaceitável que aquele que deveria ser um factor de promoção do turismo se transforme num constrangimento. José Luíz Moreira, em entrevista ao programa "Flagrante Directo" da RCB, diz que Portugal não é um país com tradição de neve "as pessoas vão para a praia e levam protector solar, fato de banho e chinelos, mas vêm para a neve e não trazem correntes no carro", por outro lado, aquele responsável considera que falta apoio, meios e união em torno da Serra da Estrela, "é inaceitável que no primerio nevão da época fiquemos logo com as estradas intransitáveis, precisamos de mais meios, como limpa neves, e fazer o que fazem por exemplo na Suiça em que os limpa neves trabalham à noite para no dia seguinte as estradas estarem transitéveis, nós aqui não conseguimos fazer isso".
O director geral da Turistrela admite que a falta de união e cooperação tem prejudicado o turismo em geral e a Serra da Estrela em particular "em Portugal não temos espírito cooperativo, temos várias associações ligadas ao sector mas que juntas representam muito pouco". Por outro lado, não há no país quem responda pelo Turismo "quem é que fala pelo turismo neste país? nós vamos a uma feira internacional e o stand de Portugal está cheio de capelinhas, quando deveríamos ter uma estratégia colectiva para promover um país que apesar de pequeno tem muita diversidade de oferta como o Douro, a Serra da Estrela, a praia...".
Segundo José Luíz Moreira a recente reorganização do sector não corresponde a essa estratégia, apesar de tudo "é melhor fazer algo do que não fazer nada". Questionado se o Instituto de Turismo não responde pelo turismo em Portugal aquele responsável é claro "deveria, mas não é isso que acontece".
Gamado, aqui.
06 dezembro 2010
Os desafios do Turismo até 2015
Nos
próximos cinco anos, a Internet, redes sociais e os mercados emergentes
vão alterar as forças do turismo mundial. China e Índia vão triplicar o
seu peso, enquanto a Internet terá um impacto "brutal" sobre empresas e
preferências do consumidor.
O sector do turismo vive actualmente sob diversos paradoxos. Apesar da maior crise económica das últimas décadas, o crescimento de turistas em todo o mundo não pára de crescer a taxas de quase dois dígitos. Simultaneamente, as empresas do sector - das companhias aéreas, aos hotéis, às agências de viagens - esmagam margens operacionais, reportam dificuldades financeiras e avançam para projectos de consolidação para evitarem a falência. Fala-se do turista mais independente e do fim dos intermediários, como as agências de viagens, mas, por outro lado, assiste-se à criação de impérios, como as agências de turismo online ou os sites agregadores de reservas de voos e hotéis.
Os paradoxos actuais do turismo são oriundos da profunda e rápida transformação que os seus agentes estão a sofrer. Nos últimos dez anos, o sector assistiu a eventos que alteraram quase por completo a forma como se faz negócio ou se estabelece a ligação com clientes. A lista é imensa: o 11 de Setembro, os desastres naturais, pandemias, surgimento das companhias aéreas low cost, a explosão da Internet e das redes sociais, o preço como factor determinante, forte movimento de concentração no sector, as agências e serviços online, a escalada dos preços do petróleo e restantes commodities e a maior crise económica e financeira das últimas seis décadas. Numa década, o perfil de cliente - seja ele de lazer ou profissional - ou as redes de distribuição, sofreram uma mutação sem precedentes.
O sector acredita que a fase actual é de transição. De transição para um turismo mais global e mais digital. O online irá determinar todo o modelo de negócio e países emergentes irão tornar-se na principal fonte de crescimento mundial de turistas, especialmente China e Índia, segundo um estudo sobre o futuro das agências de viagem apresentado no XXXVI congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT) que decorreu esta semana na Madeira.
O sector do turismo vive actualmente sob diversos paradoxos. Apesar da maior crise económica das últimas décadas, o crescimento de turistas em todo o mundo não pára de crescer a taxas de quase dois dígitos. Simultaneamente, as empresas do sector - das companhias aéreas, aos hotéis, às agências de viagens - esmagam margens operacionais, reportam dificuldades financeiras e avançam para projectos de consolidação para evitarem a falência. Fala-se do turista mais independente e do fim dos intermediários, como as agências de viagens, mas, por outro lado, assiste-se à criação de impérios, como as agências de turismo online ou os sites agregadores de reservas de voos e hotéis.
Os paradoxos actuais do turismo são oriundos da profunda e rápida transformação que os seus agentes estão a sofrer. Nos últimos dez anos, o sector assistiu a eventos que alteraram quase por completo a forma como se faz negócio ou se estabelece a ligação com clientes. A lista é imensa: o 11 de Setembro, os desastres naturais, pandemias, surgimento das companhias aéreas low cost, a explosão da Internet e das redes sociais, o preço como factor determinante, forte movimento de concentração no sector, as agências e serviços online, a escalada dos preços do petróleo e restantes commodities e a maior crise económica e financeira das últimas seis décadas. Numa década, o perfil de cliente - seja ele de lazer ou profissional - ou as redes de distribuição, sofreram uma mutação sem precedentes.
O sector acredita que a fase actual é de transição. De transição para um turismo mais global e mais digital. O online irá determinar todo o modelo de negócio e países emergentes irão tornar-se na principal fonte de crescimento mundial de turistas, especialmente China e Índia, segundo um estudo sobre o futuro das agências de viagem apresentado no XXXVI congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT) que decorreu esta semana na Madeira.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















