Nos
próximos cinco anos, a Internet, redes sociais e os mercados emergentes
vão alterar as forças do turismo mundial. China e Índia vão triplicar o
seu peso, enquanto a Internet terá um impacto "brutal" sobre empresas e
preferências do consumidor.
O sector do turismo vive actualmente sob diversos paradoxos. Apesar da maior crise económica das últimas décadas, o crescimento de turistas em todo o mundo não pára de crescer a taxas de quase dois dígitos. Simultaneamente, as empresas do sector - das companhias aéreas, aos hotéis, às agências de viagens - esmagam margens operacionais, reportam dificuldades financeiras e avançam para projectos de consolidação para evitarem a falência. Fala-se do turista mais independente e do fim dos intermediários, como as agências de viagens, mas, por outro lado, assiste-se à criação de impérios, como as agências de turismo online ou os sites agregadores de reservas de voos e hotéis.
Os paradoxos actuais do turismo são oriundos da profunda e rápida transformação que os seus agentes estão a sofrer. Nos últimos dez anos, o sector assistiu a eventos que alteraram quase por completo a forma como se faz negócio ou se estabelece a ligação com clientes. A lista é imensa: o 11 de Setembro, os desastres naturais, pandemias, surgimento das companhias aéreas low cost, a explosão da Internet e das redes sociais, o preço como factor determinante, forte movimento de concentração no sector, as agências e serviços online, a escalada dos preços do petróleo e restantes commodities e a maior crise económica e financeira das últimas seis décadas. Numa década, o perfil de cliente - seja ele de lazer ou profissional - ou as redes de distribuição, sofreram uma mutação sem precedentes.
O sector acredita que a fase actual é de transição. De transição para um turismo mais global e mais digital. O online irá determinar todo o modelo de negócio e países emergentes irão tornar-se na principal fonte de crescimento mundial de turistas, especialmente China e Índia, segundo um estudo sobre o futuro das agências de viagem apresentado no XXXVI congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT) que decorreu esta semana na Madeira.
O sector do turismo vive actualmente sob diversos paradoxos. Apesar da maior crise económica das últimas décadas, o crescimento de turistas em todo o mundo não pára de crescer a taxas de quase dois dígitos. Simultaneamente, as empresas do sector - das companhias aéreas, aos hotéis, às agências de viagens - esmagam margens operacionais, reportam dificuldades financeiras e avançam para projectos de consolidação para evitarem a falência. Fala-se do turista mais independente e do fim dos intermediários, como as agências de viagens, mas, por outro lado, assiste-se à criação de impérios, como as agências de turismo online ou os sites agregadores de reservas de voos e hotéis.
Os paradoxos actuais do turismo são oriundos da profunda e rápida transformação que os seus agentes estão a sofrer. Nos últimos dez anos, o sector assistiu a eventos que alteraram quase por completo a forma como se faz negócio ou se estabelece a ligação com clientes. A lista é imensa: o 11 de Setembro, os desastres naturais, pandemias, surgimento das companhias aéreas low cost, a explosão da Internet e das redes sociais, o preço como factor determinante, forte movimento de concentração no sector, as agências e serviços online, a escalada dos preços do petróleo e restantes commodities e a maior crise económica e financeira das últimas seis décadas. Numa década, o perfil de cliente - seja ele de lazer ou profissional - ou as redes de distribuição, sofreram uma mutação sem precedentes.
O sector acredita que a fase actual é de transição. De transição para um turismo mais global e mais digital. O online irá determinar todo o modelo de negócio e países emergentes irão tornar-se na principal fonte de crescimento mundial de turistas, especialmente China e Índia, segundo um estudo sobre o futuro das agências de viagem apresentado no XXXVI congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagem e Turismo (APAVT) que decorreu esta semana na Madeira.








